SalomaoGurgel Desasistência total dos portadores de doença mental em Caicó e região do Seridó. Médicos sem nenhuma inscrição CRM, Não podem prescrever remedios.
SalomaoGurgel Desasistência total dos portadores de doença mental em Caicó e região do Seridó. Médicos sem nenhuma inscrição CRM, Não podem prescrever remedios.
Duas crônicas de Affonso Romano de Sant'Anna
DASLU & DASPU
A querela entre a DASLU e a DASPU é uma rica metáfora dos tempos em que vivemos. Isto dá para escrever um ensaio. Isto dá para escrever uma tese. Mas vamos de crônica mesmo .
Recapitulemos: a DASLU é aquela loja lá em São Paulo, grife preferida de milionários . As pessoas se orgulham de entrar lá e pagar cinco , dez , vinte mil reais por uma peça de roupa que vale quinhentos, mil ou dois mil reais . O chic é isso . Ostentar . E explorando esse fascínio típico dos deslumbrados e novos ricos , a DASLU virou noticia. Sobretudo porque está implantada ao lado de uma região favelada.
Mas , de repente , a marca DASLU extrapolou das colunas sociais para as páginas policiais com a escandalosa revelação que seus proprietários estavam envolvidos com importação ilegal , fraude no fisco , formação de quadrilha, enfim , a Policia Federal invadiu o complexo de lojas da DASLU, prendeu as proprietárias, levou documentos , instaurou inquérito . A paulistada ficou irada. Figurões se manifestaram, mas os milionários continuaram, sorridente e loiramente, a freqüentá-la.
Nisto, a líder das prostitutas no Rio- Gabriela, que desde os anos 80 reúne a classe reivindicando cidadania para essas seculares profissionais , lutando por planos de saúde , aposentadoria e respeito por essas trabalhadoras, lançou há dias a grife de vestidos – DASPU. A imprensa e a tevê mostraram as próprias putas desfilando e lançando estilos de blusas , saias , vestidos , sapatos , enfim toda uma linha de produtos que seriam a cara de suas usuárias.
A DASLU reagiu, seus advogados dizem ter entrado na justiça para defender o nome dessa empresa . Mas a líder da DASPU argumenta que “ das” é um prefixo da língua portuguesa que qualquer um pode usar.
No último fim de semana a colunista Mônica Bérgamo, da Folha de São Paulo dedicou toda sua página aos vestidos da DASPU, mas exibidos por manequins profissionais . E é aí que isto tudo fica mais fascinante e ilustrativo . Não apenas as putas saem da página policial para a coluna social , enquanto as donas da DASLU saem da crônica social para a policial , mas as “meninas de família ” usando a moda das “ putas”, aproximam centro e periferia e os vestidos antes mostrados pela putas, nem sempre bonitas, agora no corpo das modelos , ficam ótimos . Não só ótimos , mas se assemelham às roupas que as jovens e senhoras ricas usam. E aí a gente fica se perguntando: onde a diferença ?
Se a moda já havia antes misturado “ lixo” e “ luxo”(aproximação social e estética), se idosos e jovens se vestem da mesma forma( aproximação temporal, geracional), agora o encontro entre o que tenho chamado de periferia e centro- DASLU/ DASPU é também de ordem moral.
Isto tudo tem lá sua graça, a gente ri, faz piada. Mas me intriga também sob esse outro ponto de vista: a característica mais forte da cultura contemporânea é ter embaralhado as coisas. E quando me refiro à fusão ou superposição do conceito de centro e periferia, aí está incluída muita coisa. As noções de certo/errado, bem/ mal, alto/baixo, rico/pobre, belo/feio, bandido/mocinho, santa/puta, sagrado/profano, nacional/internacional, masculino/feminino, enfim, todos os pares opostos tradicionais foram abalados.
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Ex-prostituta, Gabriela Leite, no fundadora da grife DASPU, no Roda Viva da TV Cultura. Inteligente e sarcastica, alfinetou a sociedade hipocrita reinante no Brasil. Ela é sociologa, conhece bem a questao social brasileira. Entrevistada pela Rede Cultura de Televisao no programa Roda Viva.
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.(Prossegue o artigo de Afonso Romano)
Da mesma maneira que uma “ moça de família” posa nua em revistas, que nuas antigamente só mostravam “ mulheres da vida”, a moda chic, também já incorporou (como as bandas de rock) o marginal, o dark, apropriando-se da satanização. Ou seja, da mesma maneira que o feio virou belo, o que era satanizado agora é divinizado. Lusbel e Gabriel se fundiram. Aliás, há muito tempo que Vênus e Maria dialogam na tradição da “prostituta sagrada”. De resto, quanto à santificação das putas, está aí Maria Madalena que, há dois mil anos, não nos deixa mentir.
revistasuper Bom dia, porcaria! Lista de lugares mais sujos do mundo inclui até a órbita terrestre http://migre.me/80vp
ARQUITETURA
PINIweb Conheça o projeto vencedor do Concurso CBCA para Estudantes de Arquitetura. http://migre.me/80Ae
ynesmotta RT @canalvooz Google Visualizar mapa 3D Earh Mudanças Climáticas das Nações -- http://migre.me/80LN
IMPOSTO
RobinsonFaria Um convite que me deixou muito feliz! Aproveito para convocar a todos para pedir notas fiscais e doa-las se você não precisar!
São Paulo - Os empregados da Caixa Econômica Federal, ao lado dos bancários de outros bancos, estão numa forte greve que tem atingido agências e concentrações de todos o país.
> Greve arranca negociações com os banqueiros
O movimento é uma resposta à intransigência da Caixa em não atender as reivindicações específicas dos bancários definidas durante o 25º Congresso dos Empregados (Conecef) e à negativa da federação dos bancos (Fenaban) ao não apresentar proposta econômica aos trabalhadores que contivesse aumento real e Participação nos Lucros e Resultados maior.
Entre as questões específicas dos empregados estão a isonomia entre todos os funcionários, a contratação de mais bancários para diminuir o sufoco nas agências e departamentos, além da resolução de questões do fundo de pensão (Funcef) (veja quadro abaixo).
Negociação – Na terça-feira 29, quando os bancários completaram o sexto dia de paralisação nacional, a direção da Caixa Federal marcou nova reunião com a Comissão Executiva dos Empregados e o Comando Nacional dos Bancários. A rodada acontece na quinta-feira 1º de outubro, às 15 horas. Antes, às 10h, o Comando Nacional realiza nova rodada com os representantes dos bancos.
“O volume de serviço aumentou muito com os programas sociais e o empregado tem se desdobrado para dar conta de tudo e atender bem a população. Ou seja, o número de tarefas foi ampliado e os empregados têm agora de ser valorizados, eles não têm culpa se o lucro foi menor no primeiro semestre”, afirma a diretora do Sindicato, Jackeline Machado.
MAD
revistamad RT @revistamad Amanhã é o último dia para participar da promoção "Mó loucura Bicho": http://bichosdolixo.blogspo..
Fatima_Bezerra Daqui a pouco vou à comissão q analisa o projeto do pré-sal (PL 5417/09) q trata do Fundo Social. Participam minis. da Educação e da Cultura
COLLOR, CALHEIROS E SIMON
revistasuper Mentirosos? Na onda do seriado Lie To Me, que estréia hoje, Super analisa briga de Collor, Calheiros e Pedro Simon http://migre.me/7WWP
BANCARIOS EM GREVE
spbancariosCaixa Federal também marca nova rodada de negociações http://bit.ly/3AeeWY
tribunadonorteVice-governador preside cerimônia de instalação do Comitê Piranhas-Açu http://tinyurl.com/yeuf93o
Livros
"Breve Genealogia da Familia Vale", de Jose Helio de Medeiros, sobre a familia Vale, casal portugues, lisboeta, que chegou em Caico no inicio do seculo XIX.
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"Servatis Ex More Servandis", de Joao Felipe da Trindade. O autor nos brindou com excelente apresentacao sobre fatos e pessoas do Rio Grande do Norte.
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Entre os participantes salientamos os pesquisadores Francisco Augusto de Araújo Lima, Clovis Lobo, Sinval Costa, Bibi Costa, Joaquim José de Medeiros Neto, Antonio Luiz de Medeiros, Jaécio de Oliveira Carlos, João Evangelista Romão, Olímpio Maciel, Anderson Tavares e Ormuz Barbalho Simonetti.
Aqui uma pequena explicacao que obtenho da Wikipedia:
A quipá (em hebraico כיפה, kipá, "cúpula", "abóbada" ou "arco") ou yarmulke (em iídiche יאַרמלקע, yarmlke, do polonês jarmułka, que significa "boina"), é um pequeno chapéu em forma de circunferência, semelhante ao solidéu, utilizada pelos judeus tanto como símbolo da religião como símbolo de "temor a Deus".
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Pois bem, nosso amigo Raimundo, da oficina Sao Paulo, com um quipá na cabeça no encontro sobre familias no Rio Grande do Norte. Evento cultural de alto nivel. Talvez tenha sido pouco divulgado e a participacao tenha sido baixa. Qualquer modo parabens ao Prefeito BiBi Costa pelo evento.
Prefeitura de Caico Bibi Costa patrocinou encontro sobre genealogia.
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O professor Joao Felipe da Trindade (camisa vermelha) proporcionou-nos bons momentos com sua palestra que, muito mais que isso, foi uma aula de historia do Rio Grande do Norte. Destacamos a presença do Pe Tercio, do empresario Alvaro Anidio que gosta do estudo da genealogia, alem dos convidados que vieram nos prestigiar.
NAVEGAR É PRECISO
O agronegócio incendiário e racista. Kaiowá Guarani, silenciosa guerra colonial
(Egon Dionísio Heck)
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&cod=41286&lang=PT
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Relator da ONU pede ao Estado que respeite os direitos indígenas
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&cod=41252&lang=PT
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Queimando a memória
(Egon Dionísio Heck)
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&cod=41213&lang=PT
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Mato Grosso do Sul
Após incêndio, persistem as ameaças contra comunidade Guarani
Cimi
http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/apos-incendio-persistem-as-ameacas-contra-comunidade-guarani-no-mato-grosso-do-sul/
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Universo em expansão: o poder, o capital e as guerras
da mídia brasileira saúdam as oportunidades abertas pelas novas tecnologias de comunicação, mas sinalizam que não há panacéia técnica capaz de substituir o organizador político gramsciniano. A chamada grande imprensa ainda é uma de suas trincheiras mais atuantes. Mas se ela ocupa esse espaço no país deve-se muito mais à dispersão política e digital do pólo progressista, do que à uma vitalidade que já não possui. A radicalização editorial crescente acentua as deformações de um jornalismo que perdeu a prerrogativa da notícia para os meios online, deixando ele próprio de ser referência para ser referido.Uma barriga monumental
Por Luiz Antonio Magalhães em 22/9/2009
primeira página, um dos maiores absurdos da história do jornalismo brasileiro, que pode ser conferido abaixo, na reprodução da capa daquele fatídico dia: "Gripe suína deve atingir pelo menos 35 milhões no país em dois meses", vaticinou a o jornal.
Este observador já escreveu sobre o assunto (
aqui e aqui), o próprio ombudsman do jornal repreendeu a Redação, mas é preciso voltar ao tema para que os leitores tenham a exata dimensão da barbaridade publicada pela Folha em 19 de julho. .
BOLETIM MINEIRO publica:
É com muito prazer e alegria que comunico aos amigos e amigas leitores deste Boletim que está saindo do forno uma nova coleção de livros didáticos de História para o ensino médio. Os autores são Mônica Liz Miranda, Helena Guimarães Campos e Ricardo de Moura Faria (por coincidência, o criador deste Boletim.rssss)
A coleção, intitulada Estudos de História, estará disponível este ano para as escolas da rede privada e, no ano que vem, esperamos sua aprovação também para a rede pública, via PNLEM.
Até o fim da semana vocês poderão conhecer a obra por meio de um blog que está sendo finalizado: http://colecaoestudosdehistoria.blogspot.com, mas já deixo o aperitivo das capas:


GREVE: Piquetes fortalecem a GREVE e bancários têm adesão de quase 100% na capital
Uma greve forte. Essa é a definição de dez entre dez bancários presentes nos piquetes realizados no primeiro dia de greve. A equipe do Luta Bancária percorreu várias agências na manhã desta quinta-feira e constatou que a expectativa da categoria é de vitória com a paralisação por tempo indeterminado deflagrada nas assembleias do dia 23 de setembro em todo o país. A imprensa local cobriu o movimento e fez uma divulgação positiva das manifestações.
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Além das agências dos Bancos Públicos, a categoria conseguiu parar também os serviços de dois bancos Privados: Itaú e HSBC. Uma nota à população e um Luta Bancária especial GREVE, que circulará todos os dias nos piquetes, foram distribuídos para informar e esclarecer os clientes e os grevistas.
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Apesar de alguns problemas isolados, como na agência Ribeira da CAIXA, onde os gestores proibiram a fixação de cartazes na porta, os piquetes foram tranqüilos. Um dos destaques foi a agência Prudente de Moraes, do BNB, em que 98% dos funcionários aderiram.
Segundo a diretora do Sindicato e funcionária da CAIXA, Marta Turra, a receita para convencer os colegas que à princípio querem trabalhar é a conversa. “Tem que conversar para conscientizar os colegas e chegar cedo. Teve um funcionário que chegou a entrar, mas fomos até a mesa dele e o convencemos a descer e ir para casa”, comemorou ao lado do bancário do BNB e piqueteiro, Arnaldo Araújo de Menezes, que admitiu a dificuldade no início. “Inicialmente foi bem trabalhoso, mas no fim os colegas entenderam e tivemos a adesão de 98% que, segundo Juvêncio, foi a maior entre todas as agências”, disse.
No Itaú, agência Centro, os piqueteiros também sofreram no início para conscientizar os trabalhadores do Banco. O funcionário de um setor terceirizado da Empresa tentou resistir, chamou a diretora do Sindicato e funcionária do Itaú, Albertina Bertino, de insensível, mas teve que ouvir calado o argumento da maioria dos bancários.
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“Esse funcionário que me chamou de insensível disse que seis funcionários iriam perder sua comissão por causa da greve. Falei que o insensível era ele por passar por cima da base, que decidiu pela greve. Ele, os banqueiros e o Governo Lula, na verdade, que diante de tanta exploração ainda ofereceram a esmola de 4,5%”, afirmou.
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Daqui a pouco, às 17h, no auditório do Sindicato dos Professores (avenida Rio Branco, subida do Baldo) a categoria se reúne em mais uma assembleia geral da categoria. Na pauta, avaliação do primeiro dia de movimento e a continuidade da greve por tempo indeterminado.
GREVE: Piquetes fortalecem a GREVE e bancários têm adesão de quase 100% na capital
Uma greve forte. Essa é a definição de dez entre dez bancários presentes nos piquetes realizados no primeiro dia de greve. A equipe do Luta Bancária percorreu várias agências na manhã desta quinta-feira e constatou que a expectativa da categoria é de vitória com a paralisação por tempo indeterminado deflagrada nas assembleias do dia 23 de setembro em todo o país. A imprensa local cobriu o movimento e fez uma divulgação positiva das manifestações.
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Além das agências dos Bancos Públicos, a categoria conseguiu parar também os serviços de dois bancos Privados: Itaú e HSBC. Uma nota à população e um Luta Bancária especial GREVE, que circulará todos os dias nos piquetes, foram distribuídos para informar e esclarecer os clientes e os grevistas.
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Apesar de alguns problemas isolados, como na agência Ribeira da CAIXA, onde os gestores proibiram a fixação de cartazes na porta, os piquetes foram tranqüilos. Um dos destaques foi a agência Prudente de Moraes, do BNB, em que 98% dos funcionários aderiram.
Segundo a diretora do Sindicato e funcionária da CAIXA, Marta Turra, a receita para convencer os colegas que à princípio querem trabalhar é a conversa. “Tem que conversar para conscientizar os colegas e chegar cedo. Teve um funcionário que chegou a entrar, mas fomos até a mesa dele e o convencemos a descer e ir para casa”, comemorou ao lado do bancário do BNB e piqueteiro, Arnaldo Araújo de Menezes, que admitiu a dificuldade no início. “Inicialmente foi bem trabalhoso, mas no fim os colegas entenderam e tivemos a adesão de 98% que, segundo Juvêncio, foi a maior entre todas as agências”, disse.
No Itaú, agência Centro, os piqueteiros também sofreram no início para conscientizar os trabalhadores do Banco. O funcionário de um setor terceirizado da Empresa tentou resistir, chamou a diretora do Sindicato e funcionária do Itaú, Albertina Bertino, de insensível, mas teve que ouvir calado o argumento da maioria dos bancários.
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“Esse funcionário que me chamou de insensível disse que seis funcionários iriam perder sua comissão por causa da greve. Falei que o insensível era ele por passar por cima da base, que decidiu pela greve. Ele, os banqueiros e o Governo Lula, na verdade, que diante de tanta exploração ainda ofereceram a esmola de 4,5%”, afirmou.
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Daqui a pouco, às 17h, no auditório do Sindicato dos Professores (avenida Rio Branco, subida do Baldo) a categoria se reúne em mais uma assembleia geral da categoria. Na pauta, avaliação do primeiro dia de movimento e a continuidade da greve por tempo indeterminado.
GREVE: Piquetes fortalecem a GREVE e bancários têm adesão de quase 100% na capital
Uma greve forte. Essa é a definição de dez entre dez bancários presentes nos piquetes realizados no primeiro dia de greve. A equipe do Luta Bancária percorreu várias agências na manhã desta quinta-feira e constatou que a expectativa da categoria é de vitória com a paralisação por tempo indeterminado deflagrada nas assembleias do dia 23 de setembro em todo o país. A imprensa local cobriu o movimento e fez uma divulgação positiva das manifestações.
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Além das agências dos Bancos Públicos, a categoria conseguiu parar também os serviços de dois bancos Privados: Itaú e HSBC. Uma nota à população e um Luta Bancária especial GREVE, que circulará todos os dias nos piquetes, foram distribuídos para informar e esclarecer os clientes e os grevistas.
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Apesar de alguns problemas isolados, como na agência Ribeira da CAIXA, onde os gestores proibiram a fixação de cartazes na porta, os piquetes foram tranqüilos. Um dos destaques foi a agência Prudente de Moraes, do BNB, em que 98% dos funcionários aderiram.
Segundo a diretora do Sindicato e funcionária da CAIXA, Marta Turra, a receita para convencer os colegas que à princípio querem trabalhar é a conversa. “Tem que conversar para conscientizar os colegas e chegar cedo. Teve um funcionário que chegou a entrar, mas fomos até a mesa dele e o convencemos a descer e ir para casa”, comemorou ao lado do bancário do BNB e piqueteiro, Arnaldo Araújo de Menezes, que admitiu a dificuldade no início. “Inicialmente foi bem trabalhoso, mas no fim os colegas entenderam e tivemos a adesão de 98% que, segundo Juvêncio, foi a maior entre todas as agências”, disse.
No Itaú, agência Centro, os piqueteiros também sofreram no início para conscientizar os trabalhadores do Banco. O funcionário de um setor terceirizado da Empresa tentou resistir, chamou a diretora do Sindicato e funcionária do Itaú, Albertina Bertino, de insensível, mas teve que ouvir calado o argumento da maioria dos bancários.
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“Esse funcionário que me chamou de insensível disse que seis funcionários iriam perder sua comissão por causa da greve. Falei que o insensível era ele por passar por cima da base, que decidiu pela greve. Ele, os banqueiros e o Governo Lula, na verdade, que diante de tanta exploração ainda ofereceram a esmola de 4,5%”, afirmou.
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Daqui a pouco, às 17h, no auditório do Sindicato dos Professores (avenida Rio Branco, subida do Baldo) a categoria se reúne em mais uma assembleia geral da categoria. Na pauta, avaliação do primeiro dia de movimento e a continuidade da greve por tempo indeterminado.
Bancários em greve
CLAUDIA ROLLI , Folha SP.
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Bancários de todo o país fizeram assembleias ontem para decidir se vão entrar em greve por tempo indeterminado a partir de hoje por causa do impasse na campanha salarial deste ano.
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O Comando Nacional dos Bancários, formado por sindicalistas que negociam em nome de 400 mil funcionários (representados por 134 sindicatos de todo o Brasil), informa que, se não houver uma proposta salarial melhor à categoria, os trabalhadores devem parar.
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Na última sexta-feira, o comando enviou comunicado à Fenaban (federação dos bancos) rejeitando a oferta feita pela entidade:
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reajuste salarial de 4,5% e PLR (Participação nos Lucros e Resultados) paga em duas parcelas. A primeira parte é de 1,5 salário até R$ 10 mil e 4% do lucro líquido deste ano. A segunda parte é de 1,5% do lucro líquido (igualmente distribuído entre os empregados) até R$ 1.500
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De acordo com os sindicalistas, atualmente os bancos podem distribuir até 15% do lucro líquido em forma de PLR para os trabalhadores. Pela proposta feita neste ano, esse percentual seria reduzido para 4%. . Os trabalhadores também querem incluir na convenção coletiva cláusula de proteção aos empregos em caso de fusão, o que foi rejeitado pelos empregadores. Na pauta de reivindicação dos bancários está ainda reajuste salarial de 10%, PLR no valor de três salários mais R$ 3.850 fixos. Também pedem valorização dos pisos salariais e adicional de risco de vida de 40% do salário para quem trabalha em agências e postos.
"A nossa pauta de reivindicações foi entregue aos bancos no dia 10 de agosto. Após mais de um mês de negociações, eles fizeram uma proposta rebaixada que apenas repõe a inflação, diminui o valor da PLR do ano passado e ignora as outras demandas", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
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Bancários em greve
CLAUDIA ROLLI , Folha SP.
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Bancários de todo o país fizeram assembleias ontem para decidir se vão entrar em greve por tempo indeterminado a partir de hoje por causa do impasse na campanha salarial deste ano.
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O Comando Nacional dos Bancários, formado por sindicalistas que negociam em nome de 400 mil funcionários (representados por 134 sindicatos de todo o Brasil), informa que, se não houver uma proposta salarial melhor à categoria, os trabalhadores devem parar.
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Na última sexta-feira, o comando enviou comunicado à Fenaban (federação dos bancos) rejeitando a oferta feita pela entidade:
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reajuste salarial de 4,5% e PLR (Participação nos Lucros e Resultados) paga em duas parcelas. A primeira parte é de 1,5 salário até R$ 10 mil e 4% do lucro líquido deste ano. A segunda parte é de 1,5% do lucro líquido (igualmente distribuído entre os empregados) até R$ 1.500
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De acordo com os sindicalistas, atualmente os bancos podem distribuir até 15% do lucro líquido em forma de PLR para os trabalhadores. Pela proposta feita neste ano, esse percentual seria reduzido para 4%. . Os trabalhadores também querem incluir na convenção coletiva cláusula de proteção aos empregos em caso de fusão, o que foi rejeitado pelos empregadores. Na pauta de reivindicação dos bancários está ainda reajuste salarial de 10%, PLR no valor de três salários mais R$ 3.850 fixos. Também pedem valorização dos pisos salariais e adicional de risco de vida de 40% do salário para quem trabalha em agências e postos.
"A nossa pauta de reivindicações foi entregue aos bancos no dia 10 de agosto. Após mais de um mês de negociações, eles fizeram uma proposta rebaixada que apenas repõe a inflação, diminui o valor da PLR do ano passado e ignora as outras demandas", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
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Bradesco demite 5 bancários no RN
BRADESCO DEMITE cinco funcionários no RN
Primeiro banco a atingir a cifra de 1 bilhão de reais de lucros, o Bradesco ligou a máquina de demissões no RN. Só nas duas últimas semanas, cinco bancários, a maioria com mais de 20 anos no Banco, foram parar no olho da rua. Os ataques aos trabalhadores mostram a política cruel da Empresa. Segundo informações, o Bradesco está abrindo espaço para pessoas carentes, através da Fundação Bradesco, que não questionam as atitudes do Banco, e demitindo funcionários antigos. O Sindicato já está tomando as providências. Essa empresa não vai ficar impune!
FONTE / SINDICATO DOS BANCARIOS RN
Greve começa em São Paulo e pelo Brasil afora
O tom de deboche contra os trabalhadores ficou por conta da gerente da agência São Bento, que questionada por uma dirigente sindical sobre o que pretendia fazer no segundo dia de greve para forçar os bancários a trabalhar, não se fez de rogada. “Meu marido é do Choque (Batalhão de Choque da PM), se eu quiser tenho até escolta pessoal”, disse a gerente.
Essa relação que a PM mantém com os bancos já foi denunciada ao secretário de Segurança Pública.
Banco do Brasil – No Complexo São João os bancários deram o exemplo longo nas primeiras horas da manhã. Após o Centro de Serviços Operacionais (CSO) chamar a polícia para abrir o banco, um dirigente sindical foi preso. Diante do confronto, os bancários se recusaram a entrar e a greve foi mantida.
Leia mais
> Solidariedade vence truculência no Complexo São João do BB
São Paulo – Cerca de 80% dos trabalhadores do complexo São João do Banco do Brasil, na região central da cidade, aderiram à greve por tempo indeterminado inciada pela categoria na quinta 24 após aprovação por cerca de 2 mil bancários em assembléia na noite anterior.
> Greve começa em São Paulo e pelo Brasil afora
A paralisação começou por volta das 7h da manhã. Por orientação da chefia do Centro de Suporte Operacional (CSO), a Polícia Militar foi acionada para tentar impedir a manifestação dos trabalhadores. Os policiais usaram de truculência, prenderam o dirigente sindical Edisom Montrose de Aguiar e ainda utilizaram gás de pimenta para tentar intimidar os trabalhadores.
“Os bancários deram uma grande demonstração de força e de solidariedade. A grande maioria não se intimidou com a truculência da PM e da CSO e permaneceu na greve. A paralisação tornou caráter também de indignação”, afirma o diretor do Sindicato Cláudio Rocha.
Leia mais
> Bradesco apela para a baixaria
São Paulo – O Sindicato recebeu denúncias de bancários do Banco do Brasil segundo as quais o Conselho Diretor do banco trabalha para individualizar a cobrança de metas, que hoje só podem ser definidas por unidade e não por bancário.
Segundo o diretor do Sindicato Cláudio Luiz, a imposição de metas individuais se daria por meio do sistema de avaliação Gestão do Desempenho por Competência (GDC), que atualmente é desvinculado das metas coletivas impostas às agências pelo Acordo de Trabalho (ATB). O banco já usa a GDC para nomear e descomissionar os funcionários, que agora correm o risco de ser cada vez mais pressionados.
“Hoje, as metas individuais são cobradas irregularmente em alguns locais de trabalho, mas não há orientação da direção do banco nesse sentido. Agora o BB mostra estar caminhando na direção de institucionalizar a prática, e não vamos aceitar isso. Para se proteger, os funcionários devem registrar na GDC sua discordância com avaliações negativas, argumentando as razões e denunciando ao Sindicato os casos de assédio moral”, diz Cláudio Luiz, para quem a lógica do lucro a todo custo e da concorrência com os bancos privados ameaça os bancários do BB. “O assédio moral está crescendo nos locais de trabalho e a medida do banco vai intensificar esse desvio, que está levando seus funcionários à loucura.”
O assunto foi encaminhado para a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, que cobrará do banco a garantia de que a medida não será implantada.
Leia mais
> Agência Embu do BB cobra metas por funcionário
Avenida Deodoro da Fonseca, 419, Petrópolis, Natal - RN
CEP: 59020-600
Fones: 84 3213-0394 / 3213-4514 / 3213-3020 / 3213-2831 / 3613 0064
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SUB-SEDE Rua Professor Coutinho,34 - Centro, Caicó - RN
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Fone: 84 3417-1266
GREVE NACIONAL E POR TEMPO INDETERMINADO: Confira as cidades em GREVE
Abaixo as cidades onde as assembleias decidiram entrar em greve:
São Paulo (SP) Greve
Rio de Janeiro (RJ) Greve
Belo Horizonte (MG) Greve
Brasília Greve
Porto Alegre (RS) Greve no BB, Caixa e privados. Banrisul faz paralisação dia 29 e assembleia dia 28.
Curitiba (PR) Greve
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Pernambuco Greve
Ceará Greve
Mato Grosso Greve
Florianópolis Greve
Espírito Santo Greve
Acre Greve
Piauí Greve
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Rondônia Greve
Juiz de Fora (MG) Greve
Londrina (PR) Greve
Vitória da Conquista (BA) Greve
Dourados (MS) Greve
Campina Grande (PB) Greve
Sul Fluminense (RJ) Greve
Itabuna (BA) Greve
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Angra dos Reis (RJ) Greve
Limeira (SP) Greve
Santa Cruz do Sul (RS) Greve nos bancos privados
Macaé (RJ) Greve
Teresópolis (RJ) Greve
Alegrete (RS) Greve
Teófilo Otoni (MG) Greve
Campinas (SP) Greve
Nova Friburgo (RJ) Greve
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São Leopoldo (RS) Greve na Caixa e bancos privados
Santo Ângelo (RS) Greve
Mogi das Cruzes (SP) Greve
Araçatuba (SP) Greve
Ribeirão Preto (SP) Estado de greve
São José dos Campos (SP) Greve
Jaú (SP) Greve
Guaratinguetá (SP) Greve na Caixa. BB e privados em estado de greve
São Carlos (SP) Decisão adiada
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Corumbá (MS) Não entrou em greve
Rio Claro (SP) Não entrou em greve
Niterói (RJ) Greve
Campo Mourão (PR) Greve
Bagé (RS) Não entrou em greve
Nova Friburgo (RJ) Greve
Araraquara (SP) Greve
Chapecó (SC) Greve
Piracicaba (SP) Greve a partir de sexta-feira
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Goiás Greve
Manaus (AM) Greve
Cornélio Procópio (PR) Greve
Uberaba (MG) Greve
Ipatinga (MG) Greve
Toledo (PR) Estado de Greve
Arapoti (PR) Estado de Greve
Campo Grande (MS) Greve
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Franca (SP) Não entrou em greve
O presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino, denunciou ao secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, a realização de reunião entre responsáveis pela segurança dos bancos e o Comando da Polícia Militar (PM) para tratar de repressão à greve dos bancários.
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Na audiência realizada na tarde dessa terça-feira 22, Marcolino apresentou ao secretário o e-mail encaminhado pela federação dos bancos (Febraban) falando em “planejamento de ações conjuntas frente ao movimento grevista”. Ao ver isso, Ferreira Pinto foi taxativo: “é evidente que houve a reunião. Isso é um equívoco. Não é um procedimento correto”, disse ao afirmar que vai contatar o comandante da PM para tratar do assunto. “A greve é um direito constitucional. A obrigação da PM é mantê-la em termos pacíficos”, destacou.
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Marcolino e a secretária-geral do Sindicato, Juvandia Moreira, acompanhados pelo deputado estadual Vanderlei Siraque (PT), apresentaram documentos que comprovaram que todos os procedimentos previstos na Lei de Greve foram respeitados, como publicação de edital de convocação de assembleia, aviso de greve à população e comunicado à Fenaban. “Os trabalhadores têm de ter seu direito de greve garantido e sua integridade física respeitada”, afirmou Marcolino. Leia reportagem completa no www.spbancarios.com.br.
Brasília – Os bancários da Caixa Federal têm um motivo a mais para fortalecer a greve da categoria. Na negociação específica de terça 22, dentro da Campanha Nacional, com os representantes dos empregados, a direção da Caixa não trouxe nenhuma proposta às reivindicações dos trabalhadores e afirmou que só irá responder às questões específicas após estarem encerradas as negociações gerais do Comando Nacional dos Bancários com a federação dos bancos (Fenaban).
“A postura da Caixa é injustificável, existem questões como o Plano de Cargos Comissionados que precisam ser resolvidas com urgência. Além disso, as nossas reivindicações específicas estão com a empresa há mais de um mês e, se houvesse seriedade por parte da empresa, muitos problemas já estariam resolvidos”, afirma a diretora do Sindicato Jackeline Machado.
> Veja a íntegra do resultado da negociação
A dirigente sindical reafirma que o momento é de os empregados ampliarem a mobilização da categoria e participar da assembleia de quarta 23 para deflagrar a greve a partir da quinta 24. “Precisamos desencadear uma forte mobilização para pressionar tanto a Fenaban quanto a direção da Caixa Federal”, acrescenta.
Antes da negociação, os empregados realizaram manifestação, em Brasília, para pressionar a direção da empresa.
BANCARIOS EM GREVE
Brasília – Os bancários da Caixa Federal têm um motivo a mais para fortalecer a greve da categoria. Na negociação específica de terça 22, dentro da Campanha Nacional, com os representantes dos empregados, a direção da Caixa não trouxe nenhuma proposta às reivindicações dos trabalhadores e afirmou que só irá responder às questões específicas após estarem encerradas as negociações gerais do Comando Nacional dos Bancários com a federação dos bancos (Fenaban).
“A postura da Caixa é injustificável, existem questões como o Plano de Cargos Comissionados que precisam ser resolvidas com urgência. Além disso, as nossas reivindicações específicas estão com a empresa há mais de um mês e, se houvesse seriedade por parte da empresa, muitos problemas já estariam resolvidos”, afirma a diretora do Sindicato Jackeline Machado.
> Veja a íntegra do resultado da negociação
A dirigente sindical reafirma que o momento é de os empregados ampliarem a mobilização da categoria e participar da assembleia de quarta 23 para deflagrar a greve a partir da quinta 24. “Precisamos desencadear uma forte mobilização para pressionar tanto a Fenaban quanto a direção da Caixa Federal”, acrescenta.
Antes da negociação, os empregados realizaram manifestação, em Brasília, para pressionar a direção da empresa.
Jair Rosa - 22/09/2009
Painel
RENATA LO PRETE - painel@uol.com.br
Corrida maluca
Enquanto a eleição para o Palácio dos Bandeirantes vai se desenhando um tanto monótona, a disputa pelas duas cadeiras paulistas no Senado que serão renovadas em 2010 fica mais animada a cada dia.
Há os dois que tentarão se reeleger: Aloizio Mercadante (PT) e Romeu Tuma (PTB). Mais Orestes Quércia (PMDB). Mais Gabriel Chalita, que trocará o PSDB pelo PSB (o PV ainda busca atrai-lo, mas com menos chance de sucesso). Mais, possivelmente, Soninha (PPS), que deseja concorrer ao governo, mas não descarta o Senado. Mais, talvez, algum tucano. E mais um nome do PC do B (Aldo Rebelo e Netinho querem; Protógenes Queiroz também, mas seu destino provável é a Câmara). Os debates prometem.
Pegar... De um cacique do PMDB com lugar na mesa de negociação da aliança em torno da candidatura presidencial de Dilma Rousseff: "Se der certo, ótimo. Se não der, somos todos experientes. Ninguém vai ficar magoado".
...ou largar. O peemedebista aponta Michel Temer como de longe o nome mais consensual no partido para compor a chapa com Dilma. Mas e se Lula quiser outro? "Bom, essa é uma escolha mais nossa do que deles."
Reprise. Do outro lado, um petista próximo de Dilma desdenha da preocupação, manifestada por muitos de seus correligionários, com a possibilidade de uma chapa José Serra-Aécio Neves: "Minas já tem um vice. A ideia, portanto, não vai comover o eleitor do Estado. Pelo contrário".
Só pensa... Levantamento na agenda de Tarso Genro mostra que, do final de abril ao final de agosto, o ministro da Justiça passou um de cada quatro dias de trabalho no Rio Grande do Sul, onde é pré-candidato ao governo pelo PT.
...naquilo. Nesses quatro meses, foram 89 dias com agenda oficial, sendo 23 deles em municípios gaúchos. Quando se compara apenas com as viagens nacionais, a proporção aumenta: 38 dias fora de Brasília, 60% deles, portanto, em solo gaúcho.
Vacina. A bancada do DEM foi ao presidente do Supremo, Gilmar Mendes, para se certificar de que a súmula garantidora da fidelidade partidária escapa da interpretação dada pelo ministro Eros Grau ao trâmite de processos de perda de mandato. Quer que esse tipo de ação comece direto no TSE em caso de infidelidade de deputado federal e senador, como tem ocorrido.
E aí? O presidente da Comissão de Fiscalização e Controle, Renato Casagrande (PSB-ES), vai convidar o primeiro-secretário, Heráclito Fortes (DEM-PI), e o diretor-geral, Haroldo Tajra, para prestarem contas do que efetivamente foi reestruturado na administração do Senado depois de descobertos os atos secretos e outros descalabros.
Sei lá. Com a revalidação dos atos, a permanência ou mesmo promoção de servidores contratados sem publicação, a efetivação de estagiários secretos e a iminente volta de Agaciel Maia ao trabalho, resta saber o que a dupla vai mostrar como portifólio.
Espelho meu. Em audiência no Senado na quarta-feira passada, o ministro Nelson Jobim (Defesa) discorria sobre os traços de personalidade de Charles de Gaulle: "Era um homem à frente de seu tempo, intempestivo e até mesmo arrogante". Sentado na primeira fila, um tucano se afastou do microfone e perguntou ao colega do lado: "Ele está falando dele mesmo?".
Focalizado. O CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) lançou edital para destinar R$ 13,4 mi ao financiamento de projetos de "estudantes oriundos de assentamentos de reforma agrária". O dinheiro virá do Incra. A primeira parcela, de R$ 2,7 mi, sairá em dezembro.
com VERA MAGALHÃES e SILVIO NAVARRO
Tiroteio
"O pré-sal é um achado arqueológico do PT. Devolve ao mundo todos os seus dinossauros: do dilúvio ao Delúbio."
Do presidente do PTB, ROBERTO JEFFERSON , comentando o fato de o tesoureiro do mensalão anunciar em seu blog que ministra palestras sobre o pré-sal em faculdades goianas.
Contraponto
Nunca antes neste país
Na quinta-feira, durante voo Brasília-Curitiba, Lula contava a assessores e políticos à sua volta as circunstâncias em que foi apresentado a José Alencar. Era 2001 e, acompanhado de José Dirceu, o principal líder do PT compareceu à festa organizada para comemorar os 50 anos de atividade empresarial do dono da Coteminas.
O presidente seguiu rememorando suas impressões do evento e do entusiasmo daquele que viria a ser seu vice, até que o senador Osmar Dias (PDT-PR) perguntou:
-E naquela altura o senhor já era candidato?
Lula pensou um instante e brincou:
-Bom, Osmar, candidato eu sempre fui... No ano que vem será a primeira vez em que eu não serei.

Lula entre os ministros Tarso Genro e Dilma Rousseff no Rio Grande do Sul
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VALDO CRUZ
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Candidata à Presidência em 2010, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) diz que o Estado mínimo é uma "tese falida", que "só os tupiniquins" aplicam. Em sua opinião, quem defendia que o mercado solucionava tudo "está contra a corrente" e "contra a realidade". Principal auxiliar do presidente Lula, escolhida por ele para ser a candidata à sua sucessão, Dilma sai em defesa do chefe diante das críticas de que ele adotou uma política "intervencionista e estatizante". "
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Os empresários podem falar o que quiserem, que é democrático. O presidente da República não pode dar uma opiniãozinha que é intervencionista. Diríamos assim, não é justo", protestou Dilma, num tom exaltado, em entrevista à Folha, na última quinta-feira, em seu gabinete, todo ornamentado com imagens de santos.
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Bem-humorada, a ministra afirmou não aceitar a pecha de "intervencionista", mas não escondeu o sorriso ao dizer que "aceita" e "concorda" que o governo Lula seja classificado de nacionalista e estatizante.
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"Esse país não pode ter vergonha mais de ser patriota" ou "que história é essa de nacionalista ser xingamento?" foram algumas de suas frases, sinalizando o tom que os petistas devem usar na disputa de 2010. Apesar de refutar a classificação de intervencionista, ela, a exemplo de Lula, cobra da Vale, uma empresa privada, maior compromisso com o país. "É uma empresa privada delicada", que não pode sair por aí "explorando recursos naturais do país e não devolver nada".
FOLHA - O ex-presidente FHC disse que é preciso fazer um país mais aberto, não ter uma pessoa só que manda, porque hoje parece que o Brasil depende de um homem só. O que a sra. acha?
DILMA ROUSSEFF - A quem ele está se referindo?
FOLHA - Ao presidente Lula.
DILMA - Se você acha isso, eu não tenho certeza. Se tem um presidente democrático, é o presidente Lula. Agora, ele jamais abrirá mão de suas obrigações. Entre as obrigações está mandar algumas coisas. Por exemplo, fazer o Bolsa Família. Ele mandou que não fizéssemos aventura nenhuma com a taxa de inflação.
FOLHA - A declaração de FHC embute a análise de que no governo Lula houve uma maior intervenção na economia, nas estatais, na vida das empresas.
DILMA - Tinha gente torcendo para ficarmos de braços cruzados na crise. Diziam: "o governo Lula sempre deu certo, mas nunca enfrentou uma crise internacional". Apareceu a maior crise dos últimos tempos, que estamos superando. Eu acho que quem defendia que o mercado solucionava tudo, o mercado provê, é capaz de legislar e garantir, está contra a corrente e contra a realidade. O que se viu no mundo nos últimos tempos é que a tese do Estado mínimo é uma tese falida, ninguém aplica, só os tupiniquins. Nós somos extremamente a favor do Estado que induz o crescimento, o desenvolvimento, que planeja.
FOLHA - Pela declaração do ex-presidente, a sra. avalia que eles não teriam seguido a mesma receita de vocês nessa crise?
DILMA - Eu não gosto de polemizar com um presidente, porque ele tem outro patamar. Agora, os que apostam e ficam numa discussão, que, além de enfadonha, é estéril, de que há uma oposição entre iniciativa privada e governo, gostam de discussão fundamentalista. É primário ficar nessa discussão de que o governo, para não ser chamado de intervencionista, seja um governo omisso, de braços cruzados, que não se interessa por resolver as questões da pobreza nem do desenvolvimento econômico.
FOLHA - Essa maior interferência do governo não levou a uma visão estatizante da economia e a um discurso eleitoreiro, como no pré-sal?
DILMA - As acusações são eleitoreiro, estatizante, intervencionista e nacionalista. Tem algumas que a gente aceita. Nacionalista a gente aceita. Esse país não pode ter vergonha mais de ser patriota. Eu não vi um americano ter vergonha de ser patriota, nunca vi um francês. Que história é essa de nacionalista ser xingamento?
FOLHA - Nacionalista vocês aceitam. E estatizante?
DILMA - Se é o aumento da capacidade de planejar o país, de ter parcerias com o setor privado, de o Estado ter se tornado o indutor do desenvolvimento, concordo.
FOLHA - Intervencionista?
DILMA - Não somos.
FOLHA - Mas eleitoreiro?
DILMA - Não. Sabemos que quem não tem projeto vai achar tudo eleitoreiro.
FOLHA - Quando o presidente pressiona um dirigente de empresa privada, como Roger Agnelli, da Vale, não é uma ingerência indevida?
DILMA - Você acha certo exportar minério de ferro e importar produtos siderúrgicos? Ela é uma empresa privada delicada. Porque ela está explorando recursos naturais do Brasil. Você não pode sair por aí explorando os recursos naturais e não devolver nada. O presidente ficou chocado com empresas que demitiram bastante na crise sem ter consideração pelos empregos do país.
FOLHA - Isso representa prejuízo para uma empresa privada.
DILMA - Não se trata de prejuízo, se trata do tamanho do lucro, a mesma coisa da Petrobras. O que vale para a Petrobras vale para a Vale. A preocupação com a riqueza nacional é uma obrigação do governo. Eu não acho que o presidente foi lá interferir na Vale. O presidente manifestou, assim como muitas vezes os empresários manifestam, seu descontentamento, e não implica uma interferência, a gente tem de democraticamente aceitar as observações, ser capaz inclusive de aprender com críticas. Por que o presidente não pode falar?
FOLHA - A sra. acha que uma empresa privada tem de abrir mão de uma parte do lucro...
DILMA - Não estou discutindo isso. Estou discutindo é que ela, assim como a Petrobras, nem sempre pode. Se a Petrobras quiser o lucro dela só, vai fazer uma coisa monotônica.
FOLHA - O presidente pensou em tirar o Agnelli da Vale?
DILMA - Que eu saiba não. Ele não tem poder para isso. Como você disse, é uma empresa privada. O que ele fez foi externar seu descontentamento com a forma que demitiram gente. Ele não fez só para a Vale. Eu acho interessante essa história, os empresários podem falar o que quiserem que é democrático, o presidente não pode dar uma opiniãozinha que é intervencionista. Isso, diríamos assim, não é justo.
FOLHA - Durante o governo houve um grande processo de fusões de empresas no Brasil. Deu-se por um estímulo direto do governo Lula?
DILMA - São sinais dos tempos. Não tem nada de artificial. Ninguém falou "eu vou ali criar uma empresa fortíssima". As empresas estavam maduras. As que não se fundiram aqui compraram coisas lá fora.
FOLHA - A sra. defende um Banco Central independente, por lei?
DILMA - Não acho que seja necessário isso. Não vejo nenhum motivo para criar esse tipo de problema agora no Brasil, abrir esse tipo de discussão.
paulocoelho20/09 If you lose, don't lose the lesson.
Fla avisa que não está ‘nem aí’ para disputa nas arquibancadas com o Vasco: Rival joga no sábado contra o Guaran.. http://bit.ly/1936GK
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O Maracanã terá um fim de semana dedicado às maiores torcidas do Rio de Janeiro. E o “encontro” motiva a pergunta sobre qual jogo terá maior público: Vasco x Guarani, sábado, ou Flamengo x Coritiba, no domingo? No Rubro-Negro, a “guerra” não colou.
Sem se incomodar com a campanha do rival na Série B, diretoria e jogadores até gostariam de ver as arquibancadas lotadas. Mas não por competição.
- Nossa torcida vai comparecer em grande número porque confia na equipe e acredita que vamos engrenar. O Vasco? Sinceramente, não é problema nosso se eles vão lotar o estádio - disse Álvaro.
Internamente, o Flamengo trabalha com a expectativa de 50 mil pagantes domingo. O time está na 11ª posição, com 34 pontos, mas não perde há três jogos. Na última rodada, a vitória convincente sobre o Sport por 3 a 0 trouxe esperança de uma arrancada à la 2007, quando deixou o fundo na tabela e terminou na terceira posição, com a vaga na Taça Libertadores.
- Não vou falar nada sobre disputa de torcida. Quero é ganhar o jogo contra o Coritiba - afirmou o vice-presidente de futebol do Flamengo, Marcos Braz.
Por enquanto o clube ainda não divulgou parcial sobre a venda de entradas. A partida contra o Alviverde paranaense será às 18h30m (de Brasília) e o GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real, com vídeos.
Afirmou o Dr. Paulo Linhares que os novos Defensores Publicos durante 30 dias farão levantamento da situação carcerária dos presos / O Governo dá posse hoje a 18 novos Defensores Publicos. Uma boa contribuição para retirada de presos indevidos nas Delegacias e Presidios
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é incrível mas na praça do Ferreiro, Centro de Fortaleza, pode-se comprar qualquer cartao clonado em alguns camelôs a preço de banana.
Toda Mídia
NELSON DE SÁ - nelson.sa@grupofolha.com.br
"Uma nação em marcha"
O francês "Le Monde" publicou, com eco nos portais brasileiros, que Lula estava certo ao "prever com ironia" que no Brasil o tsunami da crise não passaria de marolinha, "vaguelette".
O espanhol "El País" cravou o título "Brasil derrota a crise" e observou que "nem o proverbial otimismo de Lula foi capaz de prever recuperação tão rápida".
E o site MarketWatch, do "Wall Street Journal", postou uma longa análise sobre o avanço da JBS, da Petrobras, da Embraer, também da Bolsa e do PIB, citou até a Copa de 2014, para alertar que "os brasileiros estão chegando e eles estão comprando". No título, "uma nação em marcha".
Lula diz que talvez sua deficiência seja intelectual
DA AGÊNCIA FOLHA, EM CURITIBA
Ao participar da cerimônia de posse do primeiro juiz cego do Brasil -Ricardo Tadeu da Fonseca, no TRT da 9ª Região-, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o preconceito é "uma doença que ainda não desapareceu na sociedade", mas que é preciso combatê-lo "com perseverança". Ele citou seu próprio exemplo, por ter chegado à Presidência da República.
"A história da humanidade vai escrever um dia que o Brasil talvez seja o primeiro país do mundo que elegeu um presidente e um vice que não têm diploma universitário", disse..
Para o presidente, "o conhecimento que nós aprendemos na universidade é apenas um aperfeiçoamento daquilo que a nossa inteligência contém".
"Talvez minha deficiência, diferentemente da do Ricardo, seja deficiência intelectual", ironizou Lula.
Antes de ser nomeado desembargador, Fonseca foi procurador do Ministério Público do Trabalho. Desde o nascimento, o magistrado sempre conviveu com problemas de visão. Aos 23 anos, perdeu completamente as funções visuais.
Senado se vale de ata secreta para validar 36 atos secretos
Tomadas em reuniões realizadas há um mês, decisões não foram tornadas públicas
Maioria dos atos agora validados cria mais gastos na Casa, como aumentos da verba indenizatória e de cargos e diretorias da Casa

ADRIANO CEOLIN
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Por meio de uma ata não publicada até ontem, o Senado validou 36 atos secretos da Mesa Diretora usados para criar cargos, diretorias e até para reajustar a verba indenizatória de R$ 12 mil para R$ 15 mil.
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O assunto foi abordado em duas reuniões do colegiado realizadas há um mês, mas a decisão não havia sido tornada pública até ontem.
A informação consta em apenas três linhas da ata da reunião da Mesa realizada em 20 de agosto deste ano: "Item 05: Convalidação dos atos e decisões sobre matérias de competência da Comissão Diretora, inclusive os excepcionados ao ato do presidente do Senado Federal no 294/2009, o ato do presidente no 313, de 2009 e outras matérias similares. Convalidado".
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A ata é assinada por José Sarney (PMDB-AP) e, na ordem seguinte, por mais quatro integrantes da Mesa Diretora do Senado: a segunda-vice-presidente Serys Slhessarenko (PT-MT), o segundo-secretário João Vicente Claudino (PTB-PI), o suplente Gerson Camata (PMDB-ES), o terceiro-secretário Mão Santa (PMDB-PI) e o primeiro-secretário Heráclito Fortes (DEM-PI).
Em junho, uma comissão de sindicância identificou 663 atos administrativos que não foram publicados.
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Desse total, 36 são atos da Comissão Diretora, os mais importantes porque só entram em vigor se forem assinados pela maioria dos sete integrantes da Mesa Diretora -colegiado atualmente presidido por José Sarney e integrado por seis senadores.
Num primeiro momento, Sarney determinou a anulação de todos os 663 atos. No dia 6 de agosto, foi convencido a voltar atrás em relação aos atos da Mesa Diretora. O diretor-geral argumentou para o presidente que só a Mesa poderia anular os atos tomados pelo colegiados.
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A maioria dos 36 atos a Mesa Diretora trata de aumento de despesas, como criação de cargos e diretorias. Nesse caso, eles teriam de ser aprovados em plenário por meio de projetos de resolução. Havia promessa de que isso seria feito, principalmente porque a Mesa queria dividir com todos senadores a decisão.
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Como primeiro-secretário, Heráclito é responsável pelas medidas administrativas da Casa, atuando como uma espécie de "prefeito do Senado". Anteontem e ontem, a Folha o questionou tanto sobre a situação dos 36 atos secretos da Mesa quanto ao fato de a ata do dia 20 não ter sido publicada.
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"Essa é uma pergunta que tem de ser feita ao doutor Haroldo [Tajra, director-geral]. É uma pergunta técnica", disse Heráclito. "Na verdade, pode estar havendo atraso [na publicação]. As atas são redigidas e aprovadas na reunião seguinte da Mesa", completou.
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Após falar com o primeiro-secretário, a Folha procurou o diretor-geral. Ele não quis dar explicações sobre o atraso na publicação das atas. "Por que eu tenho de te responder? Não sou obrigado a lhe responder", disse Tajra, que chegou ao cargo por indicação de Heráclito.
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Há mais de um mês, a Folha e outros veículos de comunicação questionam se o Senado convalidou ou não os 36 atos secretos da Mesa Diretora. O diretor-geral sempre informou que o caso só seria anunciado em relatório final sobre os atos secretos.
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No começo da tarde de ontem, a reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa de Sarney. Por volta das 18h, a Folha foi autorizada a fazer uma fotocópia da ata.
PF vai indiciar empreiteiros, diz delegado
Responsável pela operação, que vazou para alguns investigados, afirma que "já há elementos" contra todos os envolvidos
César Hübner não culpa imprensa pelo vazamento e avalia que as buscas seriam apenas "a cerejinha do bolo" da investigação policial
ANDRÉA MICHAEL
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Responsável pela operação da Polícia Federal contra as maiores empreiteiras do país, o delegado César Hübner, 41, disse em entrevista à Folha que "já há elementos para indiciar todos os envolvidos" por crimes relacionados a fraude a licitações realizadas pela Infraero, a estatal que administra aeroportos brasileiros.
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A operação, que Hübner arrisca dizer que seria talvez a maior da história do país na área de fraude a licitações, ainda não tinha nome (internamente na polícia era chamada de "caso Infraero"). Segundo a reportagem apurou, entre as empresas investigadas estão OAS, Camargo Corrêa, Odebrecht, Nielsen e Gautama
PROPOSTA DOS BANCOS VAI LEVAR BANCARIOS À GREVE
São Paulo - A tal proposta global que os banqueiros se comprometeram a apresentar na rodada de negociação de quinta 17 não surpreendeu ninguém. Apesar de saberem desde 10 de agosto que os bancários querem aumento real de salários, PLR maior, valorização dos pisos, respeito aos empregos, os negociadores da federação dos bancos (Fenaban) trouxeram uma proposta que não contempla nada disso.
3. Estados Unidos fascistas: Já chegamos lá?
As elites conservadoras dos Estados Unidos jogaram abertamente seu futuro com o das legiões de descontentes da extrema-direita. Elas deram apoio explícito e poder às legiões para que ajam como um braço político nas ruas americanas, apoiando ameaças físicas e a intimidação de trabalhadores, liberais e autoridades que se neguem a defender seus [das elites] interesses políticos e econômicos. Chegamos. Estamos estacionados exatamente no lugar onde nossos melhores especialistas dizem que o fascismo nasce. O artigo é de Sara Robinson, do blog For Our Future.
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16142&boletim_id=590&componente_id=9944
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FASCISMO
Acepções
■ substantivo masculino
1 movimento político e filosófico ou regime (como o estabelecido por Benito Mussolini na Itália, em 1922), que faz prevalecer os conceitos de nação e raça sobre os valores individuais e que é representado por um governo autocrático, centralizado na figura de um ditador
1.1 Derivação: por extensão de sentido.
tendência para ou o exercício de forte controle autocrático ou ditatorial
1.2 procedimento de fascista
NAVEGAR É PRECISO
VALE A PENA LER

de páginas: 442 R$ 42,00A impunidade da ignorância
Explico o sentimento de choque: não sei se a situação ocorre também no Brasil, mas sei que o caldo de cultura descrito por Argullol é parecido no Brasil (como, aliás, no resto do mundo).
Os prof
essores, escreve Argullol, "se sentem mais ofendidos pelo desinteresse [dos estudantes] do que pela ignorância". Acrescenta que um amigo lhe disse que "os estudantes universitários eram o grupo com menos interesse cultural da nossa sociedade, e isso explicava que não lessem a imprensa escrita, a não ser que fosse de graça, que não buscassem livros fora das bibliografias obrigatórias, ou que não assistissem a conferências se não fossem premiados com créditos úteis para serem aprovados".
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Gilberto Dimenstein já comentou, tempos atrás, o fato de que professores de universidades públicas estavam se aposentando cedo e passando ao ensino privado.
O utilitarismo e o predomínio do individual são características contemporâneas globais. Estamos nós também cevando "a impunidade ante a ignorância"?
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