Boletim Seridoense - Cultura, política e comportamento. Colaboracoes sao benvindas. e-mail: dedeabel@msn.com


01/12/2009


TUITANDO

dedeabel jflaviodedeabel Brasil, mostra tua cara!  Os escandalos no Distrito Federal.

  

 

Clotilde Tavares ClotildeTavares Twitteiros do meu Brasil, bom-dia a todos e "todas". Aqui, mais um dia se inicia! E aí?

 

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dedeabel jflaviodedeabel  Bom dia, Clotilde. O assunto de hoje é o Arruda mostrando a forca da corrupcao.  Quantos recursos publicos desviados das creches, das escolas, da merenda.

Escrito por Flavio DeABel às 09h11
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TUITANDO ESCANDALO

Vagner Araujo fvagner

 

Arruda foi enfático ontem quando recebeu o Sen. Agripino e a cúpula do DEM: "Não afundarei sozinho". Está n'O Globo de hoje. Daí a mudança.

 

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dedeabel Brasil de hoje, sempre. Paguemos nossos impostos para manter esta gandaia perdularia, crapulas do todos os naipes. Pobre Republica brasileira. Temos o Governo que merecemos.

 

Escrito por Flavio DeABel às 09h05
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Tuitando

Notícias Brasil brasilnoticias

 

No Estadão: Arruda ameaça DEM e tem expulsão é adiada: Governador do Distrito Federal se nega a sair por mensal... http://bit.ly/6IzREP

 

 

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Fernando Mineiro mineiropt Alguém sabe informar se a Senadora está fora do país? Não ouví uma palavra dela sobre a situação do DEM, depois dos flagrantes do Arruda.

 

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BS - Senadora Rosalba, que achas do Arruda?

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Fernando Mineiro mineiropt O modo demotucano de governar: Arruda no DF e Ieda Crussius no RS. Cadê a língua de chicote de Zé Agripino quando o acusado era do PT?

 

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B.S. - "Eita, faca o que digo, nao faca o que faco. Quanta hipocrisia, meu Deus".

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Blog do Noblat BlogdoNoblat Arruda detonou Roriz que detonou Arruda http://bit.ly/52aB5t

 

 

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Escrito por Flavio DeABel às 08h59
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30/11/2009


TUITA EU, TUITA VOCE

Época RevistaEpoca

 

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BS - atencao, otarios, paguem seus impostos para manter a farra desses calhordas.

Perícia da PF conclui que Arruda forjou recibos para justificar os R$ 50 mil recebidos de Durval http://bit.ly/6dsNfb

Canindé Soares canindesoares Punição exemplar RT @joseagripino Caso Arruda:Ñ há dúvidas sobre necessidade d tomarmos posicionamento drástico e duro http://wp.me/pvQRJ-lR

 

 

 

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Canindé Soares canindesoares Polícia Civil entra em greve novamente.Se a violência já era grande,imagina agora com a PM em vez das ruas vao ter q cuidar das delegacias.

 

  • Blog do Noblat BlogdoNoblat Mensalão do DEM - Em vídeo, deputados rezam http://bit.ly/5c0ulo
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    Escrito por Flavio DeABel às 20h49
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    CRAPULAS

    Em vídeo, aliado de Arruda guarda dinheiro nas meias

    Novas imagens flagram 3 deputados distritais e outros assessores do democrata

    Nas gravações, o presidente da Câmara Legislativa, Leonardo Prudente, aparece guardando maços de notas nos bolsos e até nas meias

    Assista às gravações
    www.folha.com.br/093332

     

    Leonardo Prudente, presidente da Câmara Legislativa, guarda dinheiro de propina nos bolsos.

    FERNANDA ODILLA
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    ANDREZA MATAIS
    FELIPE SELIGMAN
    DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

    Deputados distritais e aliados políticos do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), alvos da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, foram filmados recebendo dinheiro e guardando maços de notas em bolsas, bolsos e até dentro de meias.
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    A Folha teve acesso ontem a mais três DVDs com imagens de distribuição de dinheiro gravadas por Durval Barbosa, ex-assessor de Arruda e colaborador da PF que entregou o suposto esquema de desvio de verbas públicas e arrecadação de propina de empresas para pagar despesas de campanha e distribuir recursos à base aliada do governador. Arruda também foi filmado recebendo dinheiro de Barbosa. Os vídeos, parte deles feita sem autorização judicial, foram entregues à PF, que faz a perícia, e integram o inquérito.
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    Nas novas gravações a que a Folha teve acesso aparecem recebendo dinheiro vivo três deputados distritais-Leonardo Prudente (DEM), Júnior Brunelli (PSC), Eurides Brito (PMDB)-, o ex-deputado Odilon Aires (PMDB), o ex-administrador regional José Naves, o presidente do Na Hora (programa de atendimento rápido para emissão de documentos), Luiz França, e o jornalista Paulo Pestana, diretor da agência de comunicação do governo. Num dos vídeos, de um minuto e 30 segundos, o presidente da Câmara Legislativa, Leonardo Prudente, entra na sala de Barbosa e fala: "Comecei a tratar... coisa de negócio de campanha". Barbosa entrega seis maços de notas a Prudente, que os guarda nos bolsos internos e externos do terno. Em seguida, se senta na cadeira e guarda dois maços nas meias.
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    Os arquivos da imagem na qual Prudente guarda dinheiro no paletó e na meia, assim como os dos outros distritais e o do jornalista, têm data de criação de 2006, o que não significa, necessariamente, o dia em que os vídeos foram gravados. Os vídeos seguem sempre a mesma dinâmica. Os deputados entram na sala, aparentemente a mesma, sentam-se e logo recebem os maços de Barbosa. Só após o dinheiro ser guardado é que a conversa começa, mas não foi possível ouvir os diálogos na íntegra. Eurides, por exemplo, que está num vídeo de um minuto, recebe o dinheiro após terem se passado 19 segundos de sua entrada na sala. Após cumprimentar Barbosa de longe, volta até a porta e a tranca. Em pé, guarda as notas na bolsa.
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    Brunelli é contemplado com o dinheiro vivo apenas 14 segundos após entrar na sala. Coloca as notas no bolso da calça. O ex-distrital Odilon Aires, que responde pelo instituto de assistência à saúde dos servidores do DF, é filmado tentando guardar as notas no paletó. Desiste e coloca o dinheiro no bolso de trás da calça. O jornalista Paulo Pestana também foi filmado ganhando três maços, que segura durante dois minutos e 18 segundos de vídeo. .

    Há imagens de outros encontros feitas na sala de Barbosa já com a foto de Arruda, que tomou posse em 2007 como governador, pendurada na parede. Numa delas, França e um homem não identificado contam as notas na frente de Barbosa. Pouco antes de receber o dinheiro, o acompanhante de França tranca a porta.
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    O secretário de Saúde do DF, Augusto Carvalho, deputado federal licenciado pelo PPS, teve o nome citado em conversa gravada pela PF. De acordo com transcrição do diálogo entre Barbosa e José Geraldo Maciel, afastado da Casa Civil, Carvalho recebia "retribuição de contratos". Também teriam sido beneficiados Fernando Antunes e Roberto Freire, presidentes nacional e regional do partido, respectivamente. Todos negam participar da fraude.

    Assista às gravações
    www.folha.com.br/093332

    Leonardo Prudente, presidente da Câmara Legislativa, no Distrito Federal guarda dinheiro de propina nos bolsos.

    Assista às gravações
    www.folha.com.br/093332

     

    Deputados distritais e aliados políticos do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), alvos da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, foram filmados recebendo dinheiro e guardando maços de notas em bolsas, bolsos e até dentro de meias.

    Escrito por Flavio DeABel às 08h11
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    CRIME DO COLARINHO BRANCO

    O Governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM,ex-PFL), inclui mais uma escandalosa corrupção em sua carreira política. A polícia Federal realizou durante todo dia 27 de novembro apreensões de documentos, dinheiro e computadores na residência oficial do governador, na administração de Brasília, na casa do secretário de educação, do chefe da casa civil, na casa do assessor de imprensa e em gabinetes de deputados distritais.

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    O nome da operação denominada "Caixa de Pandora" executa durante meses investigação no governo com escutas telefônicas, autorizadas pelo STJ, que flagraram Arruda negociando propina para os secretários e deputados distritais com cifras que variam de 60 mil a 400 mil, dentre outros crimes. O governo utilizava as empresas laranjas Linknet, Infoeducacional, Conbral, Adler e Vertax para lavar o dinheiro.

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    A PF contou com o infiltrado Durval Barbosa, Secretário de Relações Institucionais do GDF, que fez acordo de delação premiada para reduzir pena na participação de desvios de verba no governo Joaquim Roriz, igual picareta que governou o DF por três mandatos. Arruda já admitiu a culpa e exonerou Luiz Valente, secretário de educação, José Geraldo Maciel, chefe de gabinete, Omézio Pontes, assessor de imprensa e claro, Durval Barbosa.

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    BS - Atencao, contribuinte, pague seus impostos em dia para manter a festa desses calhordas.

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     FERNANDO RODRIGUES

    O quase nanico Democratas

    BRASÍLIA - O Democratas nasceu de uma costela do PDS (ex-Arena, esteio da ditadura militar). Ainda com o nome de PFL, o partido sempre se apresentou como uma das forças motrizes responsáveis pela volta do país à democracia.
    Adversários dos "demos" pensam de forma diferente. A sigla só teve senso de oportunidade. Em 1984, com a ditadura atolada no brejo, o grupo saltou fora do barco. Aliou-se às forças emergentes. Manteve-se mais tempo no poder.
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    A fórmula pefelista deu certo por muitos anos, quase duas décadas. Forte em oligarquias estaduais, nos grotões do país, o partido foi ficando. Em Brasília, praticou o quanto pode a genuflexão aos poderosos, um a um. Serviu a José Sarney, Collor e FHC. Muitos até simpatizam com Lula.
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    Mas ninguém engana a todos o tempo todo. O PFL elegeu seis governadores em 1998. Caiu para quatro em 2002. Em 2006, ficou com apenas um: José Roberto Arruda, em Brasília, um ex-tucano renascido "demo" depois de ter caído em desgraça por causa de um escândalo anos antes -a violação do painel de votação do Senado.
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    Agora, Arruda entra em um buraco mais fundo. Há indícios claros de sua participação num esquema já chamado de mensalão do DEM em Brasília. É difícil haver explicação dentro da legalidade para a imagem do único governador "demo" recebendo um pacote de dinheiro, refestelado em um sofá, e respondendo: "Ah, ótimo".
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    No caso dos mensalões do PT e do PSDB, é bom lembrar, nunca apareceu imagem tão eloquente.
    O Democratas encolhe a cada eleição. Foram 105 deputados eleitos em 1998. Uma queda para 84 em 2002. Só 65 em 2006. Hoje, prova do próprio veneno: a infidelidade partidária o desidratou e a bancada com meras 55 cadeiras.
    Em 2010, ressalvada uma ou outra exceção, os "demos" devem aumentar a sua insignificância.

    frodriguesbsb@uol.com.br

    Categoria: Direito
    Escrito por Flavio DeABel às 07h58
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    26/11/2009


    Categoria: Direito
    Escrito por Flavio DeABel às 23h06
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    BOLETIM MINEIRO, por Ricardo F

    NAVEGAR É PRECISO

    É com imensa satisfação que apresentamos o quinto número da Revista Brasileira de História das Religiões.
    Acesso: www.dhi.uem.br/gtreligiao

    Aproveitamos para informar que a chamada de artigos e resenhas para o número 06 da RBHR encerra-se no dia 30/11/2009. As normas para publicação encontram-se no site da revista. Os textos devem ser encaminhados ao email gtreligioes@gmail.com

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    Atualizações no Historianet – http://www.historianet.com.br/

    História do Brasil.

    O debate estava polarizado em duas posições: para uma, a Colônia sempre foi capitalista; para a outra, ao contrário, o feudalismo predominou no passado colonial, havendo ainda restos feudais, ou relações semifeudais, a serem superados.

    Antiga
    A Construção do pensamento filosófico nos séculos V e IV a.C.

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    Decisão do STF foi chocante e ilógica, diz Celso Bandeira de Mello
    O voto do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, desempatando a votação no caso Battisti a favor da extradição e defendendo que o presidente da República deveria se curvar a ela abriu uma polêmica no meio jurídico. Em entrevista à Carta Maior, o professor Celso Antônio Bandeira de Mello classifica a postura do presidente do STF, Gilmar Mendes, de chocante e ilógica. "O princípio que está por trás do habeas corpus e da extradição, ou no caso da prisão perpétua, é o mesmo: favorecer a liberdade quando o tribunal está dividido. Neste sentido, a decisão do STF é chocante e fere a lógica mais comezinha", diz o jurista. > LEIA MAIS Política
    http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16250&boletim_id=616&componente_id=10299

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    O Arquivo Público do Estado de São Paulo disponibilizou recentemente na internet a versão integral de 29 títulos de revistas produzidas no final do século 19 e início de século 20. Ao todo, são 192 exemplares, que podem ser consultados gratuitamente pelo endereço www.arquivoestado. sp.gov.br/revistas
    A publicação mais antiga é a "Revista da Academia de São Paulo", de 1859, que traz artigos sobre educação, direito civis, literatura e poesias.O acervo, voltado para educadores e estudantes, serve de fonte para pesquisas sobre eventos históricos e mudanças culturais da sociedade paulista.

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    O Museu da comida de NY!
    Colombo foi espião do rei de Portugal, diz historiador português
    Máfias provocam medo e fascínio desde o final do século XIX
    CINEMA & HISTÓRIA Besouro e a história da capoeira
    Já ouviu falar no pintor alemão Ludwig Meidner?
    VÍDEOS Joseph Campbell e o poder do mito.
    Visite Cafe Historia em: http://cafehistoria.ning.com/
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    REPÚBLICA, 120 ANOS
    Duas histórias. Ou mais
    Deonísio da Silva
    http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=565FDS001




    Escrito por Flavio DeABel às 22h49
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    BOLETIM MINEIRO, por R Faria

    VALE A PENA LER

    Jornal Le Monde Diplomatique Brasil de novembro
    Artigo de capa: A Herança de Lula.
    Artigos principais: A lei da ficha limpa – Modelo de desenvolvimento: em busca de novos paradigmas – Pós-neoliberalismo: a indústria desemprega – Direitos Humanos: a Infância ainda em risco – Eleições na Bolívia: reafirmação das mudanças – Europa, a reboque dos EUA- Afeganistão, um conflito sem saída.

    ************

    A Scientific American Brasil lança, nas bancas, em 3 fascículos, a Historia da Ciência no Brasil.
    Volume 1 já nas bancas – de 1500 a 1920
    Mestre João observa o céu e faz primeiro registro de ciência
    Chegada da Corte abre as portas para a ciência
    Estradas de ferro e medicina alteram qualidade de vida
    A belle époque e suas repercussões no Brasil


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    Nas bancas a Historia Viva n 73
    Dossiê: 120 anos de República
    Biografia: Calígula
    Entrevista: Pedro Paulo Funari e Aline Vieira de Carvalho
    Artigos: Árabes, os senhores do deserto – A última noite de Mary Stuart – Um sobrevivente de Stalingrado

    **************
    História Viva Grandes Temas n. 25
    Entre o céu e o inferno – como as religiões monoteístas descreveram a viagem ao além desde a Antiguidade.

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    História Viva especial
    Da Vinci
    A intimidade, a obra e a Itália do gênio que derrubou as barreiras entre arte e ciência.



    Livro: Entre Impérios
    Autor: Maximiliano M. Menz
    Edição: Alameda (11 3012-2400)
    Preço: R$ 36 (285 páginas)
    Entre Impérios
    Formação do Rio Grande na Crise do Sistema
    Colonial Português (1777-1822)

    Territórios de fronteira quase sempre têm uma história complicada, mais tarde atormentada por debates sobre identidade cultural e nacional que atribuem valor a mitos de origem, a genealogias, a heranças. O extremo sul do Brasil não foi exceção. Este livro evidencia o papel-chave desempenhado pelo novo território na “formação” do próprio Brasil. Maximiliano MacMenz propõe o que chama de “inversão do tema” no qual costumava se debater a historiografia gaúcha: a relação entre o Rio Grande do Sul e o Brasil ou a região do Rio da Prata passa a importar não tanto por si mesma, e, sim, dentro do jogo formativo de uma sociedade “Entre Impérios”.
    Disputado pelos impérios coloniais espanhol e português desde o fim da União Ibérica, o outrora Continente do Rio Grande de São Pedro desdobrou-se por muito tempo em lealdades opostas. Onde se trocavam prata e ouro, num movimento fundamental para a compensação das balanças do comércio colonial, analisadas em detalhe pelo autor. Ali também se realizava a rivalidade de portugueses e espanhóis, pois além do contrabando de mercadorias e de metais preciosos estava em jogo o controle dos rios da bacia do Prata, pelos quais era muito mais rápido e simples do que por terra viajar para o centro do continente.
    Nesse contexto era preciso definir qual a influência predominante na identidade do sul – a luso-brasileira ou a platina. Além do surgimento de planos para marcar a diferença econômica da região pela mão de obra, que deveria deixar de ser composta por escravos africanos e passar ao emprego de assalariados imigrantes da Europa: é a origem do mito do Rio Grande do Sul “branco”.

    Sobre o autor: Maximiliano M. Menz é doutor pela Universidade de São Paulo (USP), foi pesquisador do Cebrap e da Cátedra Jaime Cortesão. Atualmente é professor de História Moderna na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e jovem pesquisador da Fapesp.




    Escrito por Flavio DeABel às 22h45
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    23/11/2009


    MACONHA

    MACONHA

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    [+]O QUE DIZEM...

    ...OS MÉDICOS


    Hábito deixa filhos mais vulneráveis

    Os psiquiatras especializados em dependência química ouvidos pela Folha reprovaram o hábito de pais fumarem maconha com seus filhos.
    "Acho errado, ousado e perigoso. Cria um espaço vulnerável. Acho interessante ter uma proximidade entre pais e filhos, no mundo em que vivemos. Mas amigo é amigo, pai é pai. E o papel dos pais é cuidar da saúde e da educação. Fumar junto não é salutar", diz Arthur Guerra, psiquiatra da Faculdade de Medicina da USP.
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    "O argumento de proteger os filhos não é um absurdo. Faz sentido para quem defende o uso, mas eu não assino embaixo."
    Ronaldo Laranjeira, psiquiatra coordenador da Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), diz que "quando o adulto endossa e compartilha a cultura da droga, ele não apenas contribui para o uso mas facilita a persistência do uso e o desenvolvimento da dependência".
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    "Não conheço estudo que comprove isso, mas me surpreenderia se jovens que fumam com os pais em casa não tivessem mais chance de desenvolver dependência do que os outros que usam a droga. Você está criando uma vulnerabilidade que é condenável."
    Guerra também cita a preocupação de a droga mascarar sintomas de problemas psíquicos. "O medo é de que esses jovens usem a droga como um antidepressivo, o que pode esconder um quadro mais grave de depressão."

    ...OS MAGISTRADOS

    Pela lei, pais podem ser punidos

    Em caso de denúncia, pais que fumam maconha com filhos menores de idade podem ter problemas na esfera penal ou na do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). É o que dizem juízes ouvidos pela Folha.
    "Podem ter problemas, uma vez que estão, com seu próprio exemplo e conduta, levando os filhos a uma prática ilícita", diz o desembargador Antônio Carlos Malheiros, coordenador das varas de infância e juventude do Estado de São Paulo.
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    Teoricamente, os pais poderiam até mesmo perder a guarda dos filhos -mas a medida é considerada radical pelos juízes.
    "Imaginando um garoto de 17 anos que faz uso recreacional da droga com os pais, como outros bebem uma cerveja com o pai ou a mãe, me parece que jamais poderíamos pensar nessa medida", diz Luiz Fernando Vidal, juiz da 3ª Vara de Fazenda de São Paulo, dez anos de experiência em varas de infância e adolescência.
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    Para ambos, o mais provável seria a aplicação de uma medida de orientação, acompanhamento por um conselheiro tutelar ou advertência. No caso de filhos maiores de idade, os pais não podem ser responsabilizados.
    Para Malheiros, "cada pai deve saber o que é melhor para seu filho. Não existe fórmula pronta. Droga faz mal, mas isso não pode ser enfiado na cabeça de um jovem à força. O diálogo na família é o que vai fazer efetivamente que os filhos cresçam melhores."

    Escrito por Flavio DeABel às 21h19
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    Maconha

    COMPORTAMENTO

    Minha casa é "legalize"

     

    Conheça a história de pais e de filhos para quem fumar maconha é um ritual familiar

    TARSO ARAUJO
    DA REPORTAGEM LOCAL

    "No começo, fumava maconha em casa, escondido, sabendo a hora em que minha mãe chegaria. Um dia, ela voltou cedo e me pegou desprevenido", conta Eduardo*, 23.
    Na maioria das famílias, isso seria o início de uma crise. Não na de Eduardo.
    "Ela percebeu e disse: "Deixa eu dar "um dois" também'", afirma, usando uma gíria comum para "fumar maconha".
    Famílias como a dele, que fumam maconha juntas, não são tão difíceis de se encontrar. O Folhateen conversou com seis desses filhos e com seus pais.
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    Os jovens entrevistados começaram a fumar maconha fora de casa, na adolescência, com amigos da mesma idade. E todos sabiam que seus pais também usavam a droga quando se iniciaram.
    O que muda de família para família é o tipo de influência dos pais sobre os jovens.
    Marcela, 21, acha que começou mais tarde do que as amigas justamente por causa da mãe. Quando tinha 11 anos, ela teria uma aula sobre drogas na escola, e sua mãe resolveu se antecipar e abrir o jogo. Contou que fumava maconha e deu sua opinião sobre o assunto.
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    "Como era uma coisa natural para mim, não tinha curiosidade. Fui uma das últimas das minhas amigas a experimentar. A maioria delas começou na sétima série, e eu só no primeiro ano [do ensino médio]", diz.
    Já Alice, que tem 21 e começou aos 16, acha que, se o pai não fumasse a erva, seu hábito poderia ter mudado. "Talvez estivesse parando, como algumas amigas."
    Mas todos os jovens ouvidos pelo Folhateen afirmam que fumariam maconha mesmo sem a influência dos pais. "Minha curiosidade viria de qualquer maneira, tanto que não comecei com minha mãe", diz Luís, 24. Ele fumava com ela, que há pouco "desencanou".
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    "Fumaria do mesmo jeito, porque é uma coisa muito mais com os amigos do que com meus pais. Um quarto da minha turma de colégio fumava", diz Alex, 24, irmão de Alice.

    Educação sobre drogas
    Os pais dizem preferir que os filhos fumem em casa e com eles. Seus argumentos vão da segurança à redução de danos.
    "Tenho certeza de que é melhor assim, porque aí sei o quanto e como meu filho fuma", diz a mãe de Luís. "E, se ele ficar dependente, é melhor ter na mãe um amigo."
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    Na família de Alice e de Alex, moradores do Rio de Janeiro, sempre houve preocupação com a segurança. "Até hoje pego maconha com meu pai. Ele sempre pediu para evitar pegar por conta própria. Isso me protegeu de situações perigosas, como subir morro", diz Alex.
    Outra recomendação constante do pai é "não andar com "flagrante" e ter cuidado com os "homens'". O que não foi suficiente. "Já "rodei" na mão da polícia, indo à praia. Aí perdemos um dinheiro "de leve'".
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    Para o especialista em drogas Osvaldo Fernandez, antropólogo da Universidade do Estado da Bahia e professor visitante da Universidade Columbia (EUA), os argumentos dos pais fazem sentido, especialmente por tratar-se de droga ilegal.
    "Muitas vezes a ilicitude leva à desinformação, então torna-se imprescindível um manual de sobrevivência com vistas à educação dos filhos. Pais que fumam com filhos podem ajudar a reforçar valores como moderação e autocontrole."

    Amizade: causa ou efeito?
    A psicóloga da USP Maria Abigail de Souza, especialista em tratamento de dependências químicas, reprova o costume. Para ela, isso causa uma confusão de papéis.
    "Me dá a impressão de que esses pais querem dar uma de condescendentes para se aproximar dos filhos, talvez porque não tenham outra maneira. Saem da posição de pais e entram na de amigos. Mas adolescente precisa de um pai. Amigo ele tem bastante", diz.
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    Para as famílias entrevistadas, não é assim. "A gente se dá bem porque sempre se deu. Fumar junto é consequência da nossa amizade, e não o contrário", afirma Marcela, que diz fumar com a mãe socialmente, em festas ou ocasiões parecidas -elas não compram a droga.
    O pai de Alex e de Alice tem opinião parecida. "Não é por fumar com eles que sou mais próximo." Alex explica: "O ambiente da família é que sempre foi de muito diálogo".
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    Médicos ouvidos pelo Folhateen reprovam que pais fumem maconha com seus filhos, por acreditar que isso cria um ambiente de risco para a saúde.
    Juízes consultados pela reportagem dizem que o hábito pode até levar à perda da guarda de filhos menores de idade.
    Mas todos os entrevistados ressaltam a importância de conversar abertamente sobre drogas com os filhos.
    Para a mãe de Luís, o pior a fazer é ignorar o fato. "Fingir que não vê é hipocrisia. E reprimir não é saída. É beco."


    * Todos os nomes são fictícios

    [+] saiba mais

    O que diz a lei

     

    Segundo a lei sobre drogas em vigor no país desde outubro de 2006 (lei nº 11.343), adquirir, guardar, ter em depósito, transportar ou trazer drogas para consumo pessoal é crime. Ela extinguiu a pena de prisão para usuários, que passaram a ser ajulgados em juizados especiais e, se condenados, são geralmente obrigados a prestar serviços comunitários. Já a pena mínima para tráfico aumentou de três para cinco anos de prisão. A lei não distingue, porém, a diferença entre usuário e traficante. No caso de um flagrante, quem faz essa distinção é o delegado de polícia.

     

    Escrito por Flavio DeABel às 21h15
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    22/11/2009


    O CASO CESARE BATTISTI

    Folha SP

    Decisão sobre Battisti pode sair em 2010

    FERNANDO RODRIGUES

    Crime e perdão

    O italiano Cesare Battisti, condenado em seu país pela participação em quatro assassinatos. Ele quer ficar no Brasil, dizendo ser perseguido político. O Supremo Tribunal Federal rebarbou a tese e determinou a sua extradição.
    Mas o STF deu a Lula o poder final de extraditar o italiano. Se mantiver Battisti no Brasil, não será o primeiro presidente a perdoar um criminoso comum que alega ser preso de consciência. Afinal, o tucano FHC já concedeu liberdade a sequestradores canadenses.

    Battisti
    "Sobre o caso Battisti, ressalto três pontos: a) a Alta Corte italiana julgou Battisti criminoso comum; b) a Alta Corte francesa idem; c) a Alta Corte brasileira também, mas decidiu que o presidente deve decidir pela extradição ou não.
    Deve-se respeitar a opinião dos que se inclinam pela não extradição, mas atacar a validade dos pareceres de tão diversos Judiciários é um contrassenso.

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    Não é possível imaginar que, entre tantos magistrados das outras duas nacionalidades que examinaram a questão, a maioria tenha se decidido contra Battisti por mera incompetência ou por suspeitosos interesses.
    Cabe perguntar: por que interessa tanto ao Brasil manter em seu território, a ponto de criar constrangimento internacional, um condenado comum e estrangeiro cuja extradição encontra-se inclusive prevista em tratado firmado com a nação que a requer?"
    GUTTEMBERG GUARABYRA (São Paulo, SP)

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    Lula diz que vai esperar ser comunicado oficialmente pelo STF, o que pode ocorrer só ano que vem, para decidir futuro de italiano

    Presidente diz que italiano deve acabar com greve de fome, pois seu governo não necessita "deste tipo de pressão" neste momento


    MATHEUS MAGENTA
    DA AGÊNCIA FOLHA, EM SALVADOR

    SAMY ADGHIRNI
    ENVIADO ESPECIAL A SALVADOR

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que só vai decidir sobre o processo de extradição do terrorista italiano Cesare Battisti depois de ser comunicado oficialmente da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), o que pode só ocorrer no ano que vem.

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    Nesta semana, os ministros do tribunal decidiram por 5 votos a 4 pela extradição de Battisti, mas delegaram a Lula a decisão final sobre o caso.
    "Depois que eu receber a decisão [do Supremo], eu vou tomar uma decisão. Vocês sabem que o presidente da República só pode se manifestar nos autos do processo", afirmou Lula em entrevista ao lado do presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, ontem em Salvador (BA).
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    Ele afirmou ainda que vai consultar a assessoria jurídica da Presidência, mas preferiu não se pronunciar sobre sua possível decisão porque "esse não é um assunto que eu possa insinuar o que eu vou fazer".
    A Folha apurou que o presidente busca ganhar tempo para achar uma saída jurídica que permita a manutenção do italiano no Brasil. A AGU (Advocacia-Geral da União) já foi acionada nesse sentido.
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    Pela manhã, horas antes dessas declarações, Lula dissera em entrevista a duas rádios baianas (Metrópole e Excelsior) que já tinha tomado uma decisão sobre o caso Battisti. "Já tenho [a decisão], mas não posso [adiantá-la]", afirmou.
    Se ele decidir pela extradição, Battisti, que está preso, só poderá deixar o país depois que uma ação penal por uso de documento falso for concluída. Um tratado assinado entre Brasil e Itália permite que o presidente negue a extradição.

    Greve de fome
    Lula afirmou que recomendou a Battisti, preso em Brasília, que encerre a greve de fome, considerada "desespero" ou "ignorância" pelo presidente, porque "não estamos no momento de ficar recebendo esse tipo de pressão".
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    Battisti foi militante de um grupo de extrema-esquerda nos anos 70 na Itália, onde foi condenado a prisão perpétua por quatro homicídios, os quais ele nega a autoria.
    No Brasil desde 2004, o italiano foi preso em 2007 e teve o refúgio político concedido no início deste ano pelo ministro da Justiça, Tarso Genro.
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    Ontem, o ministro Carlos Ayres Britto, do STF, negou ter mudado o seu voto ao defender que o presidente Lula decida sobre o futuro de Battisti.
    O ministro votou pela extradição de Battisti e depois pela competência do presidente da República para dar a palavra final. "Não inovei em nada. Há dois meses, quando da extradição de um israelense, o tema foi debatido ainda com mais rapidez e eu disse isso com todas as letras que quem tem competência para entregar o extraditando ou o extraditável é unicamente o presidente da República. Só fiz confirmar isso."
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    Segundo o ministro, a tarefa do STF no caso Battisti foi concluída ao final do julgamento. "Cada coisa em seu lugar, o Supremo decide sobre a extraditabilidade, a parte jurídica encerra aí. Em sequência vem a parte política, que é de responsabilidade do presidente."


    Colaborou a Folha Online

    Escrito por Flavio DeABel às 01h30
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    INTERNET

    Folha SP

    A Casa Civil vai propor um modelo híbrido para a universalização da banda larga no Brasil, relatam Valdo Cruz e Humberto Medina. Será utilizada a rede pública de fibras óticas, administrada por uma estatal, mas a operação ficará a cargo de um consórcio privado. A proposta fará parte do Plano Nacional da Banda Larga, que será levado na terça-feira ao presidente Lula.

    Escrito por Flavio DeABel às 01h23
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    18/11/2009


    FILME DE LULA

    BOLETIM SERIDOENSE

    O Presidente Lula no filme. O Estado brasileiro precisava de alguem como ele. Enfrentou a crise economica. Disse que era uma marolinha. A imprensa criticou e o alarme era geral. Eis que o Brasil vai desenvolvendo suas potencialidades, apesar de um sistema presidencialista que acolhe o assistencialismo e protege os partidos fisiologicos tao em voga nos dias de hoje.

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    A manchete do portal abaixo é tendenciosa, ninguem é perfeito. Os socios do poder, os congressistas, defendem interesses de seus grupos. Os partidos politicos formam uma geleia geral sem sentido. Nao adianta ser de partido A ou B, a questao é estar por cima. Os interesses publicos que se explodam.

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    A historia de vida do presidente é exemplar e o mundo todo admira. Como pode um nordestino, sindicalista, sem curso academico, ser presidente da Republica ter um desempenho formidavel, mantendo o país em crescimento, quando o mundo se contorce em crise?

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    Lula, o filho perfeito do Brasil

    http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/11/18/lula-filho-perfeito-do-brasil-242184.asp

    Lula é o terceiro da direita para a esquerda

    Um Lula sem nenhum defeito é o que emerge do filho "Lula, O Filho do Brasil", a mais cara produção do cinema nacional, que abriu ontem à noite o Festival de Cinema de Brasília.

    O Lula da tela tirou nove em português quando era menino, morador de uma área miserável da periferia de São Paulo. Ainda menino, evitou que o pai batesse na mãe ao adverti-lo: "Homem não bate em mulher".

    Líder sindical, quase não agrediu o português ao discursar para a peãozada do ABC paulista. Foi um fumante compulsivo, mas em compensação bebeu pouco.

    Testemunhou à distância a chacina de um pequeno empresário praticada por companheiros dele do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo. Ficou chocado com ela e reclamou.

    Foi um namorador moderado. Uma vez viúvo, cortejou e se casou com dona Marisa.

    Como líder político não foi de direita nem de esquerda. Preocupou-se apenas em melhorar a vida dos seus companheiros.

    O filme acaba quando ele sai da prisão para ir ao enterro da mãe. Dali, salta para a festa da posse de Lula na presidência da República.

    O PT se perdeu no meio do salto. Nem foi referido antes porque não existia nem depois porque não era o caso.

    Quem sabe não fará uma ponta no filme "Lula, o Filho do Brasil - Parte 2"?

    A história é contada de forma linear e sem dar margem a diferentes interpretações.

    Só cabe uma: Lula enfrentou e venceu, orientado pela mãe, todos os desafios que a vida oferece a um brasileiro nascido na miséria.

    Admirável, pois, sua saga.

    Em resumo: o filme foi feito sob medida para reforçar o mito Lula. Atinge seu objetivo com louvor.

    É razoável imaginar que com isso ajudará de alguma forma a candidatura de Dima Rousseff à presidência da República. Ajudaria qualquer candidatura apoiada por Lula. 

    Escrito por Flavio DeABel às 08h48
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    16/11/2009


    Boa Leitura

    Boletim Mineiro
    Por Ricardo Faria, apresenta:
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    VALE A PENA LER


    Capitalismo e modernidade no Brasil


    Na melhor tradição do pensamento social brasileiro, o livro "Capitalismo tardio e sociabilidade moderna", de João Manuel Cardoso e Fernando Novais, destaca como ao mesmo tempo em que criávamos condições para o nascimento e o desenvolvimento do capitalismo, impúnhamos obstáculos para o florescimento e a consolidação da modernidade no país. Esse pequeno ensaio sobre a modernidade brasileira reúne o método crítico de um historiador reconhecido por sua habilidade em clarificar a nossa herança mercantil e a perspectiva analítica de um economista conhecido por sua destreza em esclarecer o nosso fado industrial. A resenha é de William Vella Nozaki.
    http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16231&boletim_id=612&componente_id=10246

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    Revista de História da Biblioteca Nacional, nº 50.

    Dossiê: 120 anos de República. Por onde ela anda?
    Entrevista: Paulo Brossard
    Artigos principais:

    Nacionalismo literário – Escola mais justa – Beatas do além – Especial Nova República: Rumo ao Planalto – O poder das gírias – João da Baiana e sua crítica musical.





    NAVEGAR É PRECISO


    A Revista Espaço Acadêmico, edição nº 102, novembro de 2009, foi publicada.
    Leia neste número: DOSSIÊ: 20 ANOS DA QUEDA DO MURO DE BERLIM e mais os artigos dos colunistas e autores-colaboradores.
    Uma novidade desta edição é a seção "Teses & Dissertações", com o objetivo de divulgar e compartilhar as pesquisas dos autores e colaboradores da REA. Envie a sua!
    http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/issue/current/showToc

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    O MURO, 20 ANOS

    Os trapalhões e o Muro de Berlim
    http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=563JDB002
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    20 anos
    Um muro que caiu sobre a esquerda
    Renato Godoy de Toledo
    http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/internacional/um-muro-que-caiu-sobre-a-esquerda

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    Uma mensagem a todos os membros de Cafe Historia
    Saiba mais sobre o instituto que promete renovar as discussões sobre um dos principais nomes da política brasileira do século XX.
    E mais:20 anos da queda do Muro de Berlim
    Visite Cafe Historia em: http://cafehistoria.ning.com

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    Os EUA e a incerteza em Honduras
    É difícil prever o que vai acontecer em Honduras depois do acordo. Na aparência, ele sequer impõe a volta do presidente constitucional Manuel Zelaya, cujo mandato foi capado em mais de quatro meses. O retorno era ponto de honra não só para os partidários de Zelaya, mas para a Organização das Nações Unidas (ONU), a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a comunidade internacional, até porque nenhum país reconheceu o regime do golpista Roberto Micheletti. O artigo é de Argemiro Ferreira.
    http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16232&boletim_id=612&componente_id=10245
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    ‘Governo remove qualquer possibilidade histórica de frear agronegócio’
    Escrito por Gabriel Brito e Valéria Nader
    http://www.correiocidadania.com.br/content/view/3937/9/

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    Leonardo Boff ante a Conferência sobre o Clima (Copenhague): “A Terra não agüenta”
    (Sergio Ferrari)
    http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&cod=42776&lang=PT

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    Belo Monte
    Indígenas anunciam confronto caso seja aprovada a hidrelétrica
    O aviso está em uma carta enviada a Lula por indígenas de pelo menos 15 etnias diferentes. O documento também foi encaminhado ao presidente da Funai
    http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/indigenas-anunciam-confronto-caso-seja-aprovada-a-hidreletrica-de-belo-monte




    Escrito por Flavio DeABel às 23h11
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