Boletim Seridoense - Cultura, política e comportamento. Colaboracoes sao benvindas. e-mail: dedeabel@msn.com

Serido


02/08/2009


 
 

Folha SP

MANCHETES

Devedora da União recebe R$ 203 mi da Petrobras
Segunda, 27.jul

Recessão no Brasil acabou em maio, avaliam bancos
Terça, 28.jul

Gripe suína faz SP adiar volta às aulas
Quarta, 29.jul

Câmbio e queda de preço derrubam lucro da Vale
Quinta, 30.jul

"Não é problema meu, não votei no Sarney", diz Lula
Sexta, 31.jul

Gripe suína é mais perigosa para grávidas e hipertensos
Sábado, 1º.ago

Escrito por Flavio DeABel às 21h38
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30/07/2009


 
 

BOLETIM MINEIRO/ RICARDO FARIA

VALE A PENA LER
1.
O governo dos povos
Relações de poder no mundo ibérico da Época Moderna
O Governo dos povos foi primeiro um colóquio realizado na cidade de Parati - RJ em 2005, com acaloradas e importantes discussões acadêmicas. Há alguns anos, a historiografia brasileira vem revendo e valorizando nosso passado colonial – enquanto alguns historiadores priorizam as dimensões administrativas e políticas, outros revelam a importância cultural e religiosa do período.
As análises de O Governo dos povos desprovincializam a história brasileira, colocando-a num contexto mais amplo e relacionando-a com as diferentes partes do império português, como a África ou a Índia. As diferentes tendências que integram o debate historiográfico brasileiro e português estão lado a lado neste livro, organizado por algumas das maiores historiadoras brasileiras, Laura de Mello e Souza, Junia Ferreira Furtado e Maria Fernanda Bicalho.
As múltiplas visões sobre o nosso passado colonial se apresentaram de forma candente e apaixonada, trazendo à tona um dos mais ricos debates historiográficos dos últimos tempos. Ainda que estas múltiplas visões sejam contempladas neste livro, um conceito-chave se sobrepõe aos demais: a ideia de império. Ideia esta resgatada dos estudos do historiador inglês Charles Boxer (1904-2000). Boxer via no mundo português da época moderna um todo, um império que espalhava missionários, inquisidores, comerciantes e funcionários por instituições pensadas e colocadas em funcionamento pela Coroa em Lisboa.
Os autores deste livro: Ana Lúcia Lana Nemi, António Manuel Hespanha, Laura de Mello e Souza, Maria Fernanda Bicalho, Júnia Ferreira Furtado, Ana Paula Torres Megiani, Ronald Raminelli, Marilia Nogueira dos Santos, Íris Kantor, Neil Safier, Adone Agnolin, Bruno Feitler, Marina de Mello e Souza, Maria Cristina Cortez Wissenbach, Avanete Pereira Sousa, Maria Aparecida de Menezes Borrego, Mônica Duarte Dantas, Rodrigo Ricupero, Pedro Puntoni, Vera Lucia Amaral Ferlini, Francisco Carlos Cosentino, Sérgio Alcides, Marcus Joaquim Carvalho, Rodrigo Cevallos, Mafalda Soares da Cunha, Nuno Gonçalo Monteiro, Rodrigo Bentes Monteiro, Luís Filipe Silvério Lima
Autor: Laura de Mello e Souza, Junia Ferreira Furtado e Maria Fernanda Bicalho (orgs.)
Edição: Alameda Preço: R$ 65,00 (560 páginas)
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2. A experiência Rex
“Éramos o time do Rei”

O Grupo REX, formado por Wesley Duke Lee, Nelson Leirner, Geraldo de Barros, Carlos Fajardo, José Resende e Frederico Nasser, expunha suas intervenções críticas no circuito de arte por meio de manifestos polêmicos como o jornal-boletim “Rex-Time” com a seguinte manchete: “AVISO: É GUERRA”.
Este livro analisa a formação e atuação do Grupo Rex no contexto da arte brasileira na segunda metade dos anos 1960, época em que eles investiram no embate com o sistema de arte em todos os níveis e crenças, exigindo um espaço produtivo para a arte contemporânea. Fernanda Lopes procura nos mostrar a singularidade da contribuição do Grupo Rex no seu contexto sócio-cultural, o qual o meio de arte brasileiro tem muito a aprender. A experiência Rex é um ensaio aprofundado sobre um dos mais importantes grupos de arte contemporânea brasileira.
A Galeria Rex constituiu um centro vivo de informações sobre arte contemporânea, um verdadeiro “museu experimental”. Os Rex foram estimuladores culturais consistentes, que mostraram ser possível integrar uma pesquisa criadora à atuação educativa. Todas as passagens dessa saga memorável são cuidadosamente descritas e analisadas por Fernanda Lopes. Sem se render ao fascínio por um capítulo palpitante da década da nossa cultura, brasileira e ocidental, a autora vai demonstrando com segurança e verve a singularidade da contribuição do Grupo Rex, o contexto sócio-cultural em que ele se deu.
Trata-se, pois, de uma anomalia editorial, responsável por favorecer antes o leitor que já possui um conhecimento prévio sobre o tema do que aquele que dele deseja se aproximar. Rex neles!

Sobre o autor: FERNANDA LOPES é mestre em História e Crítica de Arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA/UFRJ). Desde 2001 colabora com jornais e revistas como Bravo! e Gazeta Mercantil. Foi pesquisadora colaboradora no livro “Crítica de Arte no Brasil: Temáticas Contemporâneas” (Funarte, 2006), e assistente de curadoria na exposição “Arte Como Questão – Anos 70” (Instituto Tomie Ohtake, SP, 2007).
Edição: Alameda
Preço: R$ 45 (272 páginas)
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3. Mészáros: Crise e Revolução
Escrito por Plínio de Arruda Sampaio Jr.
23-Jul-2009
Os sete ensaios de interpretação histórica reunidos por István Mészáros em ‘A Crise Estrutural do Capital’ articulam-se em torno de um objetivo central: definir o marco histórico mais geral dentro do qual se dá a crise econômica mundial. Com textos escritos ao longo de várias décadas, o mais antigo em 1971 e o mais recente em 2009, a publicação condensa a quinta-essência da reflexão do filósofo húngaro - um dos expoentes do pensamento marxista contemporâneo - sobre as causas e as conseqüências da "crise estrutural do sistema de metabolismo do capital" – o processo que condiciona as mudanças tectônicas de nossa época. Preparado especialmente para o público brasileiro, o livro conta ainda com uma providencial introdução de Ricardo Antunes, na qual se encontra uma didática exposição do sistema teórico de Mészáros, o que facilita muito a vida dos leitores que não conhecem a complexidade de sua filosofia.
Ficha
Título: A crise estrutural do capital
Autor: Istvan Mészáros
Editora: Boitempo Ano: 2009 Preço: R$ 25,00
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4. A crise financeira atual e a crítica de esquerda hoje
Lançamento da Fundação Perseu Abramo, o livro "O abc da crise" cumpre uma dupla tarefa: organiza os diagnósticos e sintetiza os prognósticos feitos pela esquerda no ato da crise, de maneira que o livro se torna útil tanto como instrumento pedagógico quanto como ferramenta política para quem quer que se interesse por certo pensamento crítico e contemporâneo. Trata-se de um conjunto representativo das opiniões não-liberais acerca da crise financeira escritas no calor da hora

5. Revista de História da Biblioteca Nacional. Número 46 nas bancas. Traz um dossiê sobre a presença árabe no Brasil. Entrevista com Laura de Mello e Souza. Artigos principais: Vai trabalhar, paulista! – Todos amam mestre Vitalino – Chá na selva – A resistência indígena no sertão nordestino – Francisco Matarazzo – Especial: padres em crise.


Escrito por Flavio DeABel às 20h06
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21/07/2009


 
 

GRIPE SUINA

Álcool em gel e máscaras viram artigos raros em São Paulo

TALITA BEDINELLI
DA REPORTAGEM LOCAL

"Tem daquele álcool em gel?", perguntava a massagista Lúcia Neves, 63, a uma atendente de uma farmácia da avenida Paulista ontem à tarde. Diante da negativa da funcionária, ela lamentava: "Todo mundo está com medo, né?".
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O produto, que serve para higienizar as mãos, tornou-se artigo raro nas farmácias da região desde as primeiras notícias sobre a chegada da gripe A (H1N1) ao Brasil. Ficou mais escasso ainda após a confirmação de óbitos - infectologistas aconselham que, para reduzir o risco, as mãos fiquem limpas.
Ontem, a Folha esteve em nove drogarias da área da Paulista e apenas uma tinha o antisséptico. A farmácia onde a massagista havia entrado já está sem havia uma semana.
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"O pessoal está preocupado. O nosso acabou ontem", explicou Margarete Marsolla, atendente de outra farmácia, no Conjunto Nacional. Ela conta que eram vendidos 12 frascos por dia -antes da gripe, não chegava a dois.
Na pequena farmácia em que o produto foi achado, na rua Pamplona, saem cinco por dia. O normal é um por semana.

Máscaras
A venda de máscaras cirúrgicas também cresceu nas lojas de produtos hospitalares. Numa delas, na Vila Clementino (zona sul), já não há mais. Nem do tipo mais caro: que dura um dia e custa R$ 62 a caixa com 20. A mais simples dura duas horas, a R$ 8,50 a caixa com 50.

.Em outra loja, em Moema (zona sul), vendem-se 20 caixas por dia. "Antes, tinha dia que nem saía", conta a vendedora Beatriz Guilherme de Souza.
A fabricante 3M diz que ampliou em 17 vezes a produção -mais de um milhão de peças a mais só para o mercado interno.
Mas diretor do hospital Emílio Ribas, David Uip, alerta: "Máscara só serve para quem tem sintoma e água e sabão continuam um ótimo antisséptico".

Escrito por Flavio DeABel às 21h46
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07/07/2009


CARLOS HEITOR CONY

Uma entrevista

RIO DE JANEIRO - Sem desdenhá-lo, confesso que nunca dei muita bola para Michael Jackson enquanto vivo, nem estou dando depois que morreu. Mesmo assim, esta é a segunda crônica que escrevo sobre ele, sinal que de alguma forma ele -como pessoa e não como artista- me impressionou.

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Pela primeira vez, vi no último domingo uma entrevista do cantor com um jornalista, do qual não guardei nome e figura, que foi uma aula de como se deve abordar polemicamente um personagem polêmico. Perguntou tudo o que devia perguntar, mas de forma serena, entrou feio e forte em assuntos delicados, como a propalada pedofilia do artista. Não o irritou nem o provocou.
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Apenas uma vez intrometeu-se pessoalmente na conversa. Michael confirmou que levava amiguinhos de seus filhos para dormir com ele, na mesma cama. O entrevistador entrou na história com um comentário espontâneo, mas letal: "Eu não gostaria que meu filho fosse para a sua cama".
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Os manuais de jornalismo condenam os comentários pessoais durante as entrevistas e reportagens de caráter geral, privilegiando a objetividade e a isenção. Mesmo assim, Michael saiu-se bem, dizendo que o entrevistador dava à palavra "cama" uma conotação de sexo -o que na realidade é comum, ir para cama com alguém equivale potencialmente a um ato sexual.
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Nada disso -disse o artista. "Deito com as crianças, ouvimos música, leio histórias para elas, comemos biscoitos." O jornalista passou para outro assunto, não mais se introduziu na entrevista, deixando o entrevistado falar o que quis, respeitando o que ele dizia.
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Conheci um repórter que entrevistava um cara perguntando se ele era corno, o cara dizia "eu não", mas ele insistia: "Não adianta negar, eu sei que o senhor é corno!".


Escrito por Flavio DeABel às 22h03
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28/06/2009


 
 

ASSIM NAO DA

'O governo federal dá dinheiro para construir a escola, mas nao para mantê-la'

Joao Coser (PT), prefeito de Vitoria (ES), reeleito ano passado e lider da Frente Nacional dos Prefeitos

Escrito por Flavio DeABel às 15h50
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27/06/2009


 
 

EDUCACAO

Boletim Seridoense

Juventude procura primeiro o trabalho, depois o estudo. O carro na frente dos bois. Coisas do Brasil. Facil de entender. Ora, se o Brasil nao investe em educacao, as escolas publicas estao sucateadas, desprestigiadas, entao, quem financia os estudos. O estudante e sua familia. Muitos, acho que a maioria, trabalha e estuda.  

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Primeiro, os recursos, depois, o estudo. Ficamos atrasados, o Brasil todo.  Coreia do Sul,  Japao,  Estados Unidos. La, o governo investe grandes somas de recursos, que nao sao desviados. Os professores sao prestigiados, bem pagos. Os pais vao trabalhar e filhos bem entregues em escolas, professores equilibrados, satisfeitos.

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Aqui, no Pindorama, nao conseguimos.  Porque sera, hein?

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  Boletim Mineiro / Do site da Agência Carta maior
Juventude valoriza mais o trabalho do que a educação, diz pesquisa

Pesquisa realizada pelo Ibase e pelo Instituto Pólis mostra juventude sulamericana mais preocupada com trabalho do que com educação. A maioria dos entrevistados no Brasil considera que o mais importante para os jovens é “ter mais oportunidades de trabalho” (61%) opinião partilhada igualmente por jovens e adultos. Mais de 70% discordam da afirmação “os jovens devem apenas estudar e não trabalhar”.
Redação - Carta Maior
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Como a juventude é vista nos diferentes países da América do Sul? Como se posicionam jovens e adultos sulamericanos sobre temas morais, éticos e políticos? Quais as principais demandas e problemas dos jovens na região? Estas e outras perguntas guiaram a pesquisa “Juventude e Integração Sulamericana: diálogos para construir a democracia regional”, coordenada pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) e pelo Instituto Pólis, e que ouviu, em seis países – Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Bolívia e Paraguai – 14 mil pessoas no segundo semestre de 2008.
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O estudo é o primeiro a comparar gerações na América do Sul (50% dos entrevistados foram jovens de 18 a 29 anos e 50% adultos de 30 a 60 anos). Nos seis países pesquisados, os jovens compartilham com os adultos opiniões e valores semelhantes quanto a temas morais e éticos, como a legalização do aborto (as gerações pensam de modo parecido, em geral contra), a valorização do esforço pessoal para se melhorar de vida e a visão da corrupção como principal ameaça à democracia.
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As gerações também se aproximam na hora de definir o que é prioridade para a juventude: jovens e adultos acreditam que o mais importante para os jovens hoje é “ter mais oportunidade de trabalho”, embora os adultos acreditem mais nas credenciais da educação do que os jovens (que valorizam mais a experiência e menos a educação como fator de ingresso no mercado de trabalho). Alguns dos principais dados da pesquisa, relativos à juventude brasileira, são os seguintes:
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Dos jovens, 43% alcançaram o ensino médio (têm o ensino médio completo e/ou incompleto); este índice cai para 16% entre os adultos. É alta a porcentagem (41%) dos jovens que não alcançam sequer o ensino médio. E apenas 14,5% dos jovens chegam à Universidade.
Dos entrevistados (jovens e adultos somados) brasileiros que têm formação superior, 85% usam a Internet; dos que têm o ensino médio, são 56% caindo para apenas 12% entre os que têm a formação primária.
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A maioria dos entrevistados no Brasil considera que o mais importante para os jovens é “ter mais oportunidades de trabalho” (61%) opinião partilhada igualmente por jovens e adultos. Mais de 70% discordam da afirmação “os jovens devem apenas estudar e não trabalhar”. O “desinteresse do próprio jovem” é apontado pelos entrevistados como a principal dificuldade para estudar (36%), seguida por falta de dinheiro para transporte e outros gastos (27%).
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Indagados sobre o maior problema da juventude, a violência aparece em primeiro lugar, citada por quase metade dos entrevistados (jovens e adultos), a baixa qualidade da educação (citada por mais de um terço) e as dificuldades relativas a emprego (citada por pouco menos de um terço). A pobreza também é percebida como um dos maiores .
problemas, sobretudo entre os jovens com menor escolaridade. Para a grande maioria dos entrevistados no Brasil (jovens e adultos), os jovens são considerados mais “consumistas”, mais “perigosos”, mais “violentos” e mais “individualistas” que os adultos; por outro lado, são considerados mais “criativos” e “idealistas”.
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Para mudar a vida pessoal jovens e adultos (somados) apostam nas intervenções ligadas à esfera privada: 44% do total de pesquisados apostam no próprio esforço pessoal, enquanto outros 27% contam com o apoio familiar. Menos de um quarto da mostra assinala opções mais sistêmicas ou estruturais (soluções econômicas e políticas governamentais).
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Mais da metade (55%) dos pesquisados no Brasil indicaram, como fator de entrave à democracia no século XXI, a corrupção entre os políticos. Uma outra parcela, quase correspondente à metade dos entrevistados (47%), contudo, localiza na estrutura econômica e social, representada pela desigualdade entre ricos e pobres, a principal ameaça à democracia na atualidade

Escrito por Flavio DeABel às 16h01
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23/05/2009


 
 

INVESTIMENTO

23/05/2009 - Tribuna do Norte

Campanha vai estimular investimentos em imóveis

A partir da próxima semana começa a ser veiculada em out doors, rádio, tv, jornais e revistas uma campanha publicitária para estimular as pessoas a investir em imóveis como a melhor aplicação para o seu dinheiro. Com o mote “Imóvel, mais do que nunca, o melhor investimento”, a campanha  criada pelo publicitário Suzano Mota, da Top 10 Propaganda, surgiu de maneira inusitada.

Em vez de nascer da encomenda de um cliente, todas as peças produzidas surgiram da necessidade do publicitário mostrar ao público que, em tempos de crise, investir em imóveis é o melhor negócio. “Com três campanhas de clientes do segmento imobiliário paralisadas na agência por conta do medo da crise econômica, eu queria mostrar a solidez desse investimento”, afirma Suzano Mota.

O passo seguinte se concretizou quando ele percorreu entidades ligadas ao setor imobiliário e da construção civil para pedir apoio financeiro à sua idéia e, por fim, junto aos próprios veículos de comunicação responsáveis pela veiculação impressa e eletrônica dos anúncios.

“A idéia foi juntar o apoio financeiro dos empresários ao apoio dos empresários de comunicação, barateando o valor das mídias afim de estimular os consumidores a adquirir imóveis”, resume o publicitário que fez explanação na sede da InterTv Cabugi para entidades ligadas ao segmento de imóveis e da construção civil aderiram em peso à campanha institucional do publicitário.

O resultado foi o compromisso  de todos – empresários e mídia – de unirem esforços em favor do aquecimento do mercado imobiliário do RN. “Estamos visitando todas as empresas de comunicação, sem distinção, para pedir apoio à campanha ”, afirmou Suzano.

Segundo ele, a idéia é arrecadar contribuições dos empresários, de um lado, e apoio dos veículos de comunicação afim de viabilizar a campanha que, inicialmente, será veiculada nos próximos 40 dias.

“Nada impede que ela seja ampliada, dependendo dos resultados que trouxer”, acrescentou o publicitário, que já deu sua contribuição: produziu todas as peças publicitárias para Tv, rádio, jornal e revistas, às suas próprias custas.

Entre as empresas que apóiam a campanha estão o Sinduscon (construção civil); Secovi (imobiliárias); Sindmóveis (corretores) e Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis).

O presidente do Sinduscon, Sílvio Bezerra, elogiou a iniciativa. “A campanha vai mostrar às pessoas que o dinheiro que porventura elas tiverem não tem, no ambiente de crise, um abrigo melhor do que investido em imóveis”.

O presidente do Creci, Waldemir Bezerra, afirmou que a campanha é oportuna e beneficia todos os segmentos que fazem o desenvolvimento do Estado. O presidente do Sindicado do Corretores de Imóveis, Caio Fernandes, assinalou o senso de oportunidade da campanha, que interesse direta e indiretamente todos os agentes responsáveis pelo desenvolvimento econômico do RN. “Essa campanha surge no momento certo, fazendo o que precisa ser feito – mostrar que imóvel, como investimento, continua imbatível”.

Escrito por Flavio DeABel às 15h41
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28/04/2009


 
 

PODER PUBLICO INSENSIVEL

 

BS

Associacao dos Boneleiros de Caico, sob a presidencia de Jonas tem sido atuante. Embora o poder publico nao apoie como deveria. O setor propicia muitos empregos, geracao de renda e paga muitos impostos. Porque nao ha a devida retribuicao do poder publico? Jonas reclama que o SESI nao escuta as reivindicacoes do setor.

Escrito por Flavio DeABel às 08h34
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21/04/2009


 
 

POLUICAO

Boletim Seridoense

Poluicao dos Rios

Como podemos nos considerar inteligentes se matamos quem nos dá a vida?

Poluição - esgoto

 

Escrito por Flavio DeABel às 17h21
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24/08/2007


Vivaldo, candidato em NATAL?

OLIVEIRA WANDERLEY comenta:

 

 

Candidato a prefeito

Deputado Vivaldo Costa diz que mudará domicílio eleitoral para Natal

 

O deputado Vivaldo Costa garantiu ao blog que sua candidatura a prefeito de Natal é mesmo prá valer.

 

Vivaldo disse que não há nenhum problema o sistema da governadora Wilma de Faria ter vários candidatos a prefeito de Natal. “No segundo turno todos se unem em torno daquele que continuar na disputa”, disse o deputado.

 

Indagado se abandonará a eleição municipal de Caicó, Vivaldo enfatizou: “Nada disso. Terei ainda mais importância, pois chegarei em Caicó como candidato a prefeito de Natal”.

 

Vivaldo ressaltou que nada melhor do que ser candidato em uma cidade que reúne o maior número de caicoenses depois de Caicó. “Natal é, depois de Caicó, a cidade com maior número de caicoenses. E todos eles que votarem em Natal com certeza terão orgulho de ter um candidato conterrâneo seu disputando a prefeitura natalense”, frisou Vivaldo.

 

Mas o senhor já é eleitor em Natal? Perguntei a Vivaldo.

 

Ele respondeu: “Ainda não, mas em breve mudarei meu domicílio eleitoral para Natal”.

 

Como perguntar não ofende, o blog indaga: “você, caro leitor(a) acredita mesmo que Vivaldo será candidato a prefeito de Natal?

 

Opinem.

Escrito por dedeabel às 20h04
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20/08/2007


Esperança?

Esta semana é importante. Pena que a mobilizaçao nao está no nivel desejado. Sonhamos com nosso Serido, nosso Caico desenvolvido. Há uma estagnaçao no crescimento. Reunioes acontecerão ao longo de cidades que estao as margens do Piranhas.

Agua, sem ela não há crescimento. Caicó hoje é abastecida por tres fontes: Itans, adutora Manoel Torres e Barragem das Traíras. Isso porque nenhuma dessas fontes está com a estabilidade garantida. O Itans quase secou em 1998. A demanda por agua as margens do rio Piranhas tem aumentado.

Nossos vizinhos paraibanos procuram o desenvolvimento e fazem projetos com a agua do Coremas. Nas estiagens a agua nao é suficiente. Politicos do RN como o ex-deputado Nelson Queiroz pediam para o Coremas liberar a agua. A demanda é crescente e o problema da agua vai se agravando.

Queremos construir a Barragem de Oiticica. Instalamos o canteiro de obras diversas vezes. Mas os recursos nao vieram ou foram desviados para outras obras. Obras eleitoreiras?  Talvez. Possivelmente. Enquanto isso, a perenizaçao do Rio está ameaçada.

Temos a promessa da Transposiçao. O Presidente Lula tem feito o possivel para que saia do papel. Ha muita resistencia contra a transposiçao. Nordestinos baianos sao contrários. E o que acontecerá? Se nao nos mobilizarmos, nada acontecerá.

Escrito por dedeabel às 17h14
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16/08/2007


Façamos campanhas

Divulgação
O DVD "Campanha pela Vida", da Diocese de Caraguatatuba

 

Precisamos realizar campanhas desse naipe para o Seridó, para nosso interior esquecido dos investimentos.

Escrito por dedeabel às 09h49
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14/08/2007


Vicentinho

Vicentinho: fragmentos da sua fala

“Eu e João Maia temos uma convivência política muito bonita na Câmara”

 

“Eu e Fátima Bezerra sonhamos juntos”

 

“Foi em Caicó, quando eu participava de um encontro com o sindicato dos trabalhadores rurais, que recebi um telefonema de uma repórter da TV Globo, do Bom Dia Brasil, dizendo que eu tinha passado no vestibular”

 

“Eu sempre ouvi a Rádio Rural de Caicó”

 

“Eu venho a Acari para fortalecer minhas baterias. Quando fui ameaçado de morte, foi daqui de Acari, dos grupos de oração, que recebi mais força e apoio”.

 

www.suerdamedeiros.zip.net

Escrito por dedeabel às 16h23
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28/07/2007


Progresso

Estado apóia instalação de Cidade Judiciária em Caicó

 

 foto: Assecom - TRE/RN

 

A primeira Cidade Judiária do Rio Grande do Norte começa a ser implantada na região Seridó. Na manhã desta quinta-feira, 26 de julho, foram lançadas as pedras fundamentais para a construção dos fóruns da Justiça Eleitoral e da Justiça Comum em Caicó. Os dois prédios serão erguidos em uma área de seis hectares doada pelo Governo do Estado.

 

Durante a solenidade, a governadora Wilma de Faria destacou que a implantação da Cidade Judiciária vai agilizar a tramitação dos processos e facilitar o acesso da população de toda a região do Seridó aos órgãos de Justiça Federal e do Estado. O Fórum Eleitoral que vai ser erguido em Caicó será o segundo instalado pela Justiça Eleitoral no interior do Estado, juntamente com Mossoró. Já o Fórum da Comarca deve ter as obras iniciadas em outubro, com previsão de conclusão no início do segundo semestre de 2008, segundo o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Oswaldo Cruz.

 

No local onde será construída a Cidade Judiciária, já está instalado o prédio da Justiça Federal e também está programada a construção da Junta de Conciliação e Julgamento do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). "A governadora tem sido uma grande parceira do Poder Judiciário. Sem o apoio do Governo do Estado não teríamos condições de tornar o sonho da Cidade Judiciária realidade", comentou o desembargador Oswaldo Cruz, ao falar sobre a obra.

 

Estiveram presentes aos dois eventos, a governadora Wilma de Faria, o vice-governador Iberê Ferreira de Souza, o prefeito de Caicó, Rivaldo Costa e os senadores José Agripino Maia, Garibaldi Alves Filho e Rosalba Ciarlini, além dos deputados estaduais Vivaldo Costa e Robson Faria.

 


Escrito por sidneycaico às 22h22

Escrito por dedeabel às 09h42
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24/07/2007


Cavalgada

Cavalgada

A Cavalgada do Seridó, com  a qual se comemora o aniversário de nascimento do doutor Juvenal Lamartine, sairá no dia 9 de agosto da cidade de Serra Negra do Norte. Este ano ela não virá a Macaíba, como das vezes anteriores. O percurso a ser cumprido irá até Acari.

Woden Madruga

Escrito por dedeabel às 16h30
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